o autor artigos livros grátis opinião do leitor imprensa entrevistas fotos de moa sipriano

 

elogios sinceros

"Olá, Moa. Fiquei admirado com sua capacidade colocar desejos, angústias e todos esses sentimentos comuns a tantos gays de forma tão poética. Parabéns pelo trabalho!"

charles | Rio de Janeiro (RJ)

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"Você parece que veio segurar o bastão deixado por Cassandra Rios e Caio Fernando Abreu na literatura brasileira em relatar o homoerotismo de forma tão digna e corajosa."

márcio rufino | Belford Roxo (RJ)

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"Sua literatura condiz exatamente com o que você é: forte, sensível, inteligente, perceptivo. Linda como tua alma é."

gilson andra | Rio de Janeiro (RJ)

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"Moa, você é uma exceção. Sua escrita e seu senso visual são iguais: você consegue não ser nem um pouco explícito, não usar nada sexual, nem mostrar nada abaixo do umbigo nas fotos, por exemplo, e ainda assim fazer algo que excita mais do que um filme pornô. O mesmo acontece com seus livros. Eu os considero eróticos, mas não pornográficos. Um amigo meu heterossexual leu algo seu (já me esqueci qual livro) e disse: Excelente literatura homoerótica. É a primeira vez que leio algo homoerótico e vejo qualidade na escrita."

zagato sama | Belo Horizonte (MG)

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» comentário: Após tanto tempo de intensa batalha, tenho orgulho da maturidade que minha obra alcançou nos últimos anos. É fantástico perceber que a cada lançamento, mais e mais leitores se identificam com minha forma de expressar a verdade oculta nesse universo colorido e diversificado tão complexo e ao mesmo tempo tão belo. E o combustível que alimenta minha ambição enquanto artista vem do carinho e também do incrível apoio que recebo de pessoas anônimas espalhadas por todo canto. Pessoas que possuem afinidade com aquilo que produzo com muita dedicação.

 

 

sucesso em portugal

"Continuo a admirar este SENHOR, que para além de escrever bem, aborda assuntos que infelizmente ainda são tabus para muita gente, mas que secretamente todos e muitos, adoram lêr e fantasiar. Mas jamais têm a coragem de dizer: eu adoro lêr aquele escritor de contos eróticos. Tenham a coragem, meus Senhores, de espalharem aos quatro ventos, que existe talvêz, o melhor escritor de literatura Gay, e mesmo para quem não seja Gay, deveriam o lêr, aposto que só lhes faria bem. Obrigado Moa, por deliciosos pecados da Gula. Abraço desde Portugal."

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"Em tempos, deixei aqui o comentário acima, simples, sentido e honesto. MEUS SENHORES, leitores, amigos, amigas, tirem essa roupinha de preconceito, e partam para a objectividade, apoiem este escritor, vou digitar de uma outra forma, ESCRITOR, de muita coisa boa que tenho lido, é sem dúvida, uma das melhores referências literárias que ultimamente tenho lido, pelo seu arrojo, pela sua coerencia, e muito pela sua originalidade. Editoras, livreiros, estão à espera do quê?? Sejam arrojados e entendam o valor deste homem. Será que num outro País, ele terá que fazer sucesso? Acredito nesse Brasil, só fico é perplexo com a demora de o reconhecerem. Para VC, Moa, não desista nunca!!! Os seus contos são lidos e deliciosamente digeridos e relidos. Necessitamos de pessoas honestas e autênticas como você. Obrigado."

j.p. nunes | Lisboa (Portugal)

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» comentário: A cada dia que passa, eu amplio meus horizontes, ou melhor... minhas obras viajam e se hospedam nas mentes e corações espalhados por todo mundo que adota a língua portuguesa como meio de expressão. Seja em Angola, seja em Portugal ou em tantos outros lugares, minha literatura universal segue tocando leitores universais... enfim, eu só tenho que agradecer à Mãe Internet por me permitir estar sempre ao lado de quem aprecia a minha difícil e deliciosa missão.

 

 

livros gratuitos x livros pagos

"Oi Moa, tudo bem? Estou surpreso pela beleza e profundidade de seus contos. Parabéns! A cada conto sempre renova-se a viagem. Baixei todos os que encontrei em seu site, mas observando tempos atrás seu álbum de fotos no Orkut notei que alguns não estão disponiveis para download: 08:09 AM - PM; O Clube do Homem Invisível; Mel; Amanda; Os Meninos da Banda Sem Nome; Cama, Mesa & Banho; Um Morto Pede Carona; A Cruz e a Espada; Bobnorton; Felizberto; Jaime; Meu Filho é Gay... e daí?; Melancia; Polytheama; O Dilema de Silvio, O Triângulo das Bermudas e Vampiros. Por que você postou as capas, mas não os contos?"

f. l. montes | Petrópolis (RJ)

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» comentário: Obrigado por acompanhar meu trabalho. Os títulos que você listou são "livrões" que ainda avalio se libero ou não para download gratuito. Digo isso porque hoje vivo exclusivamente daquilo que escrevo e são pouquíssimos (dá pra contar nos dedos) os leitores que colaboram livremente na "aquisição" dos livros virtuais. Além disso, os títulos citados que ainda não estão "liberados", confesso que estou reservando essa safra inédita para oferecer a uma editora comercial que acredite e aposte no meu trabalho. Mas... de repente, me dá a "lôca" e acabo liberando aos poucos essas obras também... vamos ver... talvez no decorrer de 2010 (risos)... Quanto à produtividade, estou me disciplinando para tentar a publicação de ao menos um artigo por semana e um conto ou romance novo a cada 15/20 dias. Eu acredito em mim-eu-mesmo!

 

 

balas de agosto

"Acabei de ler teu livro balas de agosto. Afirmo que indiscutivelmente AMO tua literatura. Mas que triste o fim do pequeno bambee. Vou te confessar que chorei muito com o episódio em que o garoto recebe um tiro do próprio pai, por uma questão de preconceito. Sei que ainda há em nosso mundo pessoas com a mentalidade pequena, que não pensam na felicidade dos outros, principalmente se for a do próprio filho. Não posso generalizar, até compreendo que ainda é difícil pra alguns pais aceitarem que seu filho ou filha seja homossexual, mas nada justifica uma atitude infame e sem cabimento como a descrita em teu conto. Sei que posso estar fugindo do foco da narrativa, mas também apreciei muito a atitude de Sid, para mostrar que sempre deve haver respeito acima de tudo e nada justifica o preconceito que gera violência... Desejo a você muito sucesso!"

edson grandini júnior | São Paulo (SP)

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» comentário: Balas de Agosto foi escrito por causa de um acontecimento real que acompanhei recentemente. Em agosto, eu estava em Jundiaí (SP) passando alguns dias com minha família, e num dia comum e corrente apareceu no noticiário local que um travesti havia sido assassinado por um cliente num motel. Fiquei tão tocado com o ocorrido que acabei me recordando de outros casos como esse, inclusive cometidos contra menores de idade (pais que matam filhos ao descobrirem que são gays). Sendo assim, procurei estampar nesse conto o meu repúdio contra esse tipo de situação ainda comum em nosso meio. E também - não sei por qual motivo - acabei embalando no conto um pouco mais de coisas bem pessoais que sinto, que avalio, que até mesmo espero acontecer comigo. Não vou negar que sonho e ainda batalho muito para encontrar um "Wagner" que possa cuidar da minha carreira, bem como não posso deixar de exaltar a mim-eu-mesmo pela minha iniciativa pioneira. Tenho orgulho de tudo que escrevo e sei que meus textos são capazes de mudar muitas vidas para melhor. Sid, o protagonista, tem muito do "Moa", pode acreditar. Sei a importância da minha missão. E eu vou até o fim... pode apostar.

 

 

camisa de vênus

"O artigo a camisa de vênus me tocou profundamente, me fazendo pensar em coisas que acontecem no dia a dia e muitas vezes simplesmente ignoramos. É uma dura realidade e também é muita pena que não queremos enxergar quantos Vênus andam por ai e estão soltos nas ruas. O pior de tudo é pensar que algumas pessoas se deixam levar... conscientemente! Parabéns pelo artigo!!!"

joão henrique borges | Araxá (MG)

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"Li seu artigo 'a camisa de Vênus' e mais uma vez me rendo ao seu talento. Suas palavras tocam de uma maneira singular no assunto abordado. Concordo com você. Não sabemos quantos Vênus existem por ai... acredito que uma boa parcela... e muitos outros que subjugam-se aos prazeres da carne, sem se preocupar com suas vidas efêmeras... Parabéns, meu amigo, por seu trabalho... Abraços do seu admirador!"

marcos roberto | Aparecida (SP)

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» comentário: Acredito no seguinte: todos nós somos livres para fazer com nossos corpos e com nossas vidas o que bem entendermos. Se numa aventura de caráter puramente sexual, decidimos de comum acordo encarar o companheiro de qualquer jeito, paciência... foi avisado! O que me enerva é saber que seis meses depois, o idiota do bambee vai ao médico, pega a porra de um resultado positivo, depois toca aguentar o sujeito se descabelando, revoltado com a vida, achando que Deus e o Mundo conspiraram contra sua santa pessoinha. Informação e maneiras de se proteger... hoje todos têm, ainda mais nós - gays! -, sendo assim, não condeno a atitude de Vênus, pois ele ao menos tem a decência de deixar tudo claro antes do ato em si. Se gostamos ou não de um bom jogo de roleta-russa... bom... cabe a cada um de nós tirar a sorte no palitinho e cair ou não de boca-bunda-e-pinto no prazer. Hummm... eu disse prazer? Pense nisso!

 

 

gay que odeia gay...

"Caro Moa. Achei interessante esta aborgadem, que apesar de cáustica é a mais pura realidade; retratar as questões mais banais da cultura gay: a competição, a falta de união e consciência é uma coisa que já foi tema até de seminários. A maioria dos gays não leva a sério conjugar a questão sexual com a ética. Muitos querem dar e se divertir até que a boate feche, ou que o mundo acabe. Sou homossexual, mas já tenho a real percepção do que é a realidade gay atual no princípio deste ano. Considere comportamentos e atos abordados no artigo como uma série de questões interligadas. O vazio, com pessoas vazias, o exacerbado culto ao corpo e o reacionarismo tem tomado conta cada vez mais. Talvez até por causa disto uma série de ações e reinvidicações do 'meio' não são sequer ouvidas... Abraços."

willian dutra | São Paulo (SP)

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» comentário: Eu não poderia descrever melhor. Você complementou com perfeição aquilo que deixei bem claro em meu artigo - gay homofóbico, pode uma coisa dessa? -, procurei ser o mais frio, o mais "sarcástico" e o mais direto possível para tratar de um assunto que é a verdadeira cicatriz que teima em jamais se fechar em nossos comportamentos bambeesticos. Enquanto não resolvermos e limarmos os defeitos em nós mesmos e em nosso jeito de encarar nosso próprio mundo, não adianta exigir do MUNDO a tolerância e o respeito que ainda não aprendemos a ter com nossos próprios "iguais".

 

 

o meu desejo maior: levar conhecimento, prazer e cultura ao mundo todo!

"Moa, quero agradecer pelo acesso a todo seu trabalho. Em especial à coletânea mensagens para gays e simpatizantes. Seus artigos me iluminaram e me esclareceram muitas coisas pendentes que antes eu não queria enxergar ou tinha medo de confrontar com a verdade. Suas obras são uma leitura que eu recomendo pra todos. Sobre seus contos - que de antemão, vou fazer questão de imprimir todos eles - retratam uma realidade, realidade nossa, com fantasias e afetos, e que nem sempre procedem como contos de fadas com um final feliz. Mas o importante disso tudo é o viver, vivenciar, experimentar a vida na sua real plenittude, sem dogmas, religião (que particularmente hoje em dia não liga nada com nada). Você enaltece o sentimento e mostra nossa vida como ela é. Com o sentido de autenticidade e de existir, se assumir como ser humano, com todas as suas questões, sejam elas a carência, o monstrinho do apego que se disfarça de Amor, e outro monstrinho que nunca larga nossa mão que é a Solidão (risos). E é importante ressaltar que no seu Mensagens, muitos não aceitam que a vida não se resume só à Pegação. Adorei quando você fala de energia: que só atraimos pessoas negativas, quando vibramos energia negativa, quando nos posicionamos em caçar, vibrar sexo, só atraimos pessoas afim disso. Nunca achamos um grande amor no banheirão. Isso é verdade. Obrigado por tudo!"

jorge júnior | Rio de Janeiro (RJ)

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"Meu amigorkut... venho mais uma vez dizer como adoro descobrir, me encantar, me encontrar e me deixar ir em cada palavra que você escreve. Li seu livro DOIS. Me encantei, me emocionei! Não vou te parabenizar pelo talento e dom que tens, mas sim, por estar colocando em prática, oportunizando mais arte na nossa vida de cada dia."

marcos roberto | Aparecida (SP)

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» comentário: Não posso negar que há momentos em que tenho vontade de chutar o balde, desistir de tudo, parar de criar, de escrever, enfim... jogar a toalha. Mas quando me deparo com depoimentos carinhosos como esses acima, dou uns bons tabefes em mim-eu-mesmo e caio na real, recuperando o fôlego e a energia suficiente para não abandonar a minha mais nobre missão: a de levar cultura, conhecimento, prazer e um pouco de felicidade a milhares de pessoas espalhadas pelo mundo. Eu continuo na minha luta solitária. Solitária? Porra, como tô sendo egoísta. Quem tem fãs como os que eu tenho nunca será uma pessoa solitária! Muito obrigado, "amigorkuts", pelo apoio. Eu vou continuar a minha jornada... eu vou continuar a minha luta... POR VOCÊS!

 

 

sipriano, religião, sexo, fãs... futuro

"Moa, em cada entrevista, em cada conto, em cada artigo há uma surpresa, uma novidade e acima de tudo um mundo de descobertas. Esta entrevista que você me enviou é fantástica, explica seu ponto de vista e abre nossos olhos para a hipocrisia existente na sociedade e também ajuda a descobrir e desvendar mistérios escondidos em tuas entrelinhas. Você é um magnífico contista, e atrás de uma história bem escrita com traço marcante e forte, esconde um segunda história bem mais empolgante e interessante que me faz devorar cada vez mais tudo o que você escreve. Sei como é difícil se manter apenas escrevendo em um país como o nosso, sei que é complicado viver sem um patrocínio fixo, porém quando o trabalho é bem feito - como o seu -, tenha certeza que sua recompensa está guardada e você vai brilhar muito e calar a boca de muitas outras pessoas. Cresça e apareça meu amigo. Seja muito feliz! E continue lutando sempre e incentivando pessoas como eu a entrar nesta luta para caminharmos juntos para um Brasil mais igualitário e com maior respeito das diferenças existentes. Um beijo carinhoso do seu amigo-fã."

joão henrique borges bento | Araxá (MG)

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» comentário: Sempre que sou solicitado a dar uma entrevista e tenho uma chance de expor aquilo que penso, aquilo que sei, aproveito e agarro a oportunidade sem pestanejar. Foi um desafio enorme e até mesmo uma surpresa gritante responder questões brilhantemente formuladas por um garoto de 15 anos! Como é bom saber que muitos jovens têm uma cabeça espantosamente aberta para toda essa revolução sexo-cultural que acontece à galope em nossas vidas. Sobre minha luta contra o preconceito e a hipocrisia reinante no seio da Igreja, continuarei minha batalha solitária buscando apenas a tentativa de abrir os olhos de quem se interessar em ver a realidade dos fatos. Obrigado, caro leitor, pelo imenso carinho e pelo incentivo supremo que tuas palavras surtiram no meu espírito cansado. Como sempre afirmo, é por atitudes como a sua que meu alicerce se fortalece dia a dia. É esse incentivo que me estimula a dar o meu melhor... hoje... e sempre. Muito obrigado pelo companheirismo.

 

 

big bambee brasil - um fã no "paredão"

"Olá Moa. Curti muito o artigo big bambee brasil e sei que de elogios você deve estar farto, porém achei sua resposta fantástica. Você é um cara espetacular, sempre surpreendente em tudo que escreve. Parabéns e espero ler muitos e muitos outros contos seus. Tenha bastante sorte em sua vida!"

joão henrique borges bento | Araxá (MG)

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"Me fascinó tu artículo. Eres muy valiente y creo en la gente que va con la verdad por delante. Sigue así amigo!"

rafael nicolás | Santiago (Chile)

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"Moa, perfeito!!! Você agiu da melhor forma. Eu que sou, digamos menos paciente, teria mando esse filho da *%#@ pro inferno. Continue com o seu trabalho MAGNÍFICO, que por sinal, tem ajudado muita gente. Um abraço do eterno leitor..."

fernandes forte | Fortaleza (CE)

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"Oi Moa. Deixe esse mal-amado para lá. Ele não tem um pingo de compaixão. Achei corajoso o que você escreveu no seu diário, contando o seu drama. Me identifiquei muito com tudo. Na ocasião, estava meio mal, com a auto-estima em baixa. Com o carinho de minha mãe e o apoio dos meus amigos, consegui melhorar. O que você fez foi demonstrar que é humano, como todos nós. Aproximou-se ainda mais de seus leitores. Fiz isso algumas vezes no orkut. Rebeci bons conselhos e também, várias pedradas. Algumas machucaram. Os seus contos e os artigos têm me ensinado muito. Sou muito grato a você. Sou escritor também e gosto de trocar ideias com outros escritores. Saiba que os seus textos têm me ajudado a me conhecer mais.

anderson carvalho | Niterói (RJ)

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» comentário: O direito de criticar algo é sempre válido. Mas a partir do momento em que você "não mostra a cara", se esconde atrás de nicks cibernéticos que não revelam quem você é; tem perfil fake no Orkut e faz uma crítica sem um mínimo de educação e civilidade, realmente essa pessoa, para mim, é um lixo humano. No fundo, analisando com calma o email simpático que o Mr. Acre me enviou, senti no fundo que o sujeito detém uma puta dose de inveja e de incapacidade de viver com plenitude aquilo que se é, em todos os sentidos. Os comentários do rapagote foram dignos de piedade, vindos de uma mente perturbada, confusa e infeliz.

 

 

conheça o blog de vincenzo gonzaga

seguindo o mesmo caminho...

"Olá Moa. Fiquei muito feliz por você ter me linkado ao seu site. Um dia eu estava procurando escritores gays na internet até que achei você. Li todas as suas obras e decidi abrir meu blog e expor um pouco sobre o que penso da comunidade homossexual. Hoje estou escrevendo um livro sobre a vida homossexual na sociedade contemporânea... e posso afirmar que você foi o empurrão que eu precisava para colocar minhas ideias no papel. Sempre divulgo seu site e por sinal foi o primeiro que linkei ao blog. Grande abraço."

vincenzo gonzaga | São Paulo (SP)

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» comentário: Receber uma mensagem como a sua é o que me dá energia mais do que suficiente para continuar o meu projeto literário. Saber que um texto, uma experiência de vida ou uma história criada por mim foi capaz de estimular você a criar, a expor o que tem de ser revelado... nossa... isso me faz abrir o berreiro de tanta felicidade! Muito obrigado por "me usar" (risos) como inspiração. E sem a necessidade de jogar confete, te confesso que "babei" pelo conteúdo do teu excelente blog... e claro que teus artigos abriram dezenas de portas em minha mente... e a inspiração fluiu livremente... para criar novos enredos baseados nas palavras de sabedoria estampadas no seu espaço virtual. Parabéns!

 

 

moa... versão 4.0

"Querido Moa, embora não tenha mais perfil no Orkut e pouco acesso a Internet, não tive como não saber das novas fotos do teu perfil. Na verdade, só não saberia se estivesse em outro planeta (risos). Tuas fotos de gorro, suéter azul e nada mais são o assunto da semana. Recebi vários emails elogiando-as de tal maneira que não resisti e pedi para vê-las. E fiz muitíssimo bem em pedi-las (risos)! Valem cada elogio e muitos outros. Cada dia que passa e a cada novo romance escrito, estás mais sexy e ciente da tua sexualidade. Parabéns! Acho teu queixo forte e tua nuca raspada de uma eroticidade animal. És um delicioso paradoxo: uma sexualidade selvagem protegendo uma alma sensível e talentosa. Não tenhas dúvida, Moa, muito em breve, terás o merecido reconhecimento literário e... sexual (risos). Abração!"

marco grecco | Presidente Prudente (SP)

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» comentário: Estou numa fase muito bacana da minha vida, Marco. Isso se reflete em meus textos e em minhas imagens. Tenho consciência do poder de sedução que meu olhar e talvez partes do meu corpo invoquem nos leitores e isso me faz bem. Quebrar a minha própria timidez e me "entregar" nessas imagens amadorísticas é um exercício de libertação e ao mesmo tempo de autoconhecimento. Ainda estou à caça do reconhecimento comercial/editorial da minha arte escrita (pois no que se refere ao público consumidor/fãs/admiradores... disso estou muito bem servido!), e sinto que a hora está chegando. Estou preparado. Sei que vou alcançar o meu lugar no tempo e no espaço da boa cultura.

 

 

vaticano - o país mais hipócrita do mundo!

"Moa, tenho opiniões contraditórias em relação a este assunto. Sou arquiteto, e vejo ao girar a cadeira, a hipocrisia dos mais variados graus. Onde há humanidade, há hipocrisia. Na Igreja (como construção humana) não seria diferente. E por que dar mais importância ao que pensa o Vaticano do que o que pensa o meu chefe, sentado lá na frente, lidando com as hipocrisias alheias além das suas próprias? Por que dar importância a uma estrela-anã como a Igreja Católica? Não sou católico, não dou a mínima para o que eles pensam, e só me afetaria se fosse católico. Mas aí o problema seria meu. Não seria eu o errado, mas a religião que escolhi. De qualquer modo, a celeuma em torno de ser gay e ser padre, não é muito diferente daquela entre ser engenheiro e ser gay, ou político e gay. Dá tudo na mesma! A não ser que o ambiente católico e seus dogmas tenham um peso maior nas nossas vidas a ponto de nos torturamos por seguir seus preceitos (e não nossos instintos) ou o inverso. O que o Papa diz sobre homossexualismo, atinge a mim, da mesma forma que atingiria um crente qualquer num ônibus, falando de como o mundo está perdido por causa dos sodomitas. Tanto uma opinião quanto outra não me provocam sequer raiva. Sempre estive longe da órbita de seus dogmas. O homossexualismo está presente por igual na sociedade. Assistimos a um horroroso filme como Bent, mas nos esquecemos que uma grande parte da cúpula nazista era homosexual. É, amigo, a hipocrisia reside em nós mesmos também. E a única coisa que realmente liberta é a verdade, a compreensão e a tolerância. O resto é mesmo futrica."

paulo figueira | Niterói (RJ)

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"Por isso me tornei budista, pelo menos essa religião nos acolhe e acolhe a todos, indiscriminadamente. E ordenam monges homossexuais sem nenhum obstáculo. Sabe que no Zen quando se ordena um monge, existe um acessório de cor preta que a própria pessoa costura e o abade o coloca sobre o manto dessa pessoa. Se ela viver com um companheiro (a) e este (a) também seguir aos ensinamentos e prática, ela receberá o mesmo acessório na cor verde. Obrigado pelo artigo."

manoel francisco | São Paulo (SP)

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"Excelente Moa. Na verdade quando se fala de cristianismo eu sou bastante por fora, porque sou criado no paganismo e isso me fez ter uma visão bem esclarecedora dos fatos guiados pela igreja. Acho um absurdo uma religiao que discrimina e aponta com julgamentos rompendo com a propria doutrina que nao aceita em seu testamento. Enfim, cada Deus com seus filhos."

luiz glastony | São Paulo (SP)

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» comentário: Minha intenção ao escrever o artigo vaticano, um país hipócrita foi justamente "provocar" no leitor um instante de reflexão em quão ridículo nós mesmos nos portamos sobre a hipocrisia que ronda, neste caso específico, o meio religioso. O que tentei deixar explícito é que muitos gays dão tanta importância ao que a Igreja pensa, faz, age, que acabam se anulando ainda mais, se sentindo "culpados" por ser diferentes, entre outras nóias. Também deixei explícito que somente a verdade, a tolerância e a compreensão (faço uso das palavras do leitor Paulo) são a verdadeira chave para a libertação total, em qualquer situação vivida em nossas existências.

 

 

bicha burra nasce homem

"Moa, obrigado por ter me enviado seu artigo bicha burra nasce homem? não... acorda morta! Gostei demais de suas palavras. Tantas e tantos acabam se entregando a uma aventura estúpida que acaba, na maioria das vezes, em morte. Como você diz: 'É necessário diálogo'. E, através de um diálogo honesto, percebemos o que a pessoa quer na verdade. Você é muito bonito mesmo e seus pêlos são encantadores (risos), mas isso não quer dizer nada, você tem razão. Afinal, o que adianta se apaixonar por uma imagem sem antes conhecer o conteúdo que a mesma pode lhe proporcionar? Pois é amigão, a vida é muito boa, mas para que saibamos vivê-la bem, devemos prestar mais atenção no que nos rodeia. Você é demais. Obrigado por nos presentear com seus artigos e livros."

luciano belém santos | Itabuna (BA)

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"Olá Moa! Como sempre seus artigos são sensatos, tratando a realidade dos fatos relatados de uma forma clara e consequentemente 'alertiva'. Há milhões de Andrety e Paulety espalhados por aí, em todas as classes sociais. Enfim, espero que continue sempre alertando essas pobres bichas burras sobre o perigo que correm e não somente isso, mas que esse 'povo' aprenda a ter outros hábitos e crescer culturalmente. Ser feliz não é assim da forma que a Andrety e Paulety retratam. Ser feliz é algo além disso tudo. O amor e a felicidade nascem de um conjunto de medidas, as quais devemos encontrar um no outro, com equilíbrio e harmonia. Enfim, essa felicidade que elas procuram simplesmente não existe. Eu mesmo já tive várias Andretys e Pauletys bloqueadas em meu PC (risos). Parabéns pelo seu trabalho. E assim que eu puder estarei colaborando em forma de doação para que ocorra de fato o lançamento de um de seus livros impressos, os quais, claro, eu adoro."

fernandes forte | Fortaleza (CE)

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"Até quando nos esconderemos atrás das nossas 'ingenuidades' e nos entregaremos aos homens errados? Me pergunto isso todos os dias. Estas suas palavras de revolta são vistas diariamente, basta ter um perfil nestes sites de relacionamento, como manhunt, disponivel, etc. Os homens ou bichinhas que se cadastram em sua maioria, sem menção de generalizar, mas ja contabilizando mesmo, só querem sexo fácil, irresponsabilidade e banalidade de uma imagem que aos poucos tente ser desconstruida para algo melhor. Ontem mesmo aceitei alguém que conseguiu meu MSN e a primeira pergunta foi o tamanho do cacete. Pô, tem gente que não tem a menor noção mesmo. Bom relato. Abração Moa!"

luiz glastony | São Paulo (SP)

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» comentário: Pois é, amigos, esse foi mais um grito histérico do urso doido paras as milhares de bichas-antas que existem por ai. Minha "revolta" foi sincera, pois acho simplesmente absurdo certas atitudes dos desesperados por um pau alheio. Sexo sem compromisso é muito bom. Se rolar amor então... nem se fala. Mas vou insistir eternamente que o alicerce de tudo é baseado no DIÁLOGO FRANCO E DIRETO e desafio qualquer um a me provar que um relacionamento sério possa evoluir de outra maneira.

 

 

mensagens para bambees e simpatibambees

"Ri muito com seus textos da coletânea mensagens para gays e simpatizantes. Achei ótimo a sua forma de tratar assuntos comportamentais a respeito dos gays nos seus devidos lugares sensatos e humoristicamente corretos (risos). Abraços e continue escrevendo."

artur lisboa | Belo Horizonte (MG)

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» comentário: Agradeço os comentários elogiosos, Artur. Ser sarcástico, direto e objetivo ao tratar de assuntos tão importantes do nosso meio, mas sem nunca perder o bom humor, tem sido minha arma para despertar a consciência daqueles que insistem em permanecer no limbo de uma vida "gay" marginalizada e infeliz. Todos os artigos retratados nesta coletânea foram experiências reais pelas quais passei ou de casos que acompanhei de perto ao longo de vinte e poucos anos. São as minhas verdades. São palavras de alento e de alerta para que cada um possa realmente viver em toda sua plenitude o que se escolheu ser na intimidade.

 

 

cinema de "pegação"

"Moa, excelente o teu artigo no escurinho do cinema. Espero que todos, independente de sexualidade, entendam que o HIV não está escondido nas telas de cinema, mas na vida de cada um de nós."

luiz glastony | São Paulo (SP)

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» comentário: Luiz, faço das tuas palavras a minha mensagem de alerta. Afinal, foi exatamente essa a intenção ao escrever o artigo. Não sou contra nenhum tipo de manifestação sexual, fetiche, fantasia, desejo íntimo. Só acredito que, mesmo quando somos livres e totalmente desimpedidos para treparamos com quem der na telha, devemos em primeiro lugar ter respeito por nós mesmos e também pelo nosso parceiro de momento. Sexo é bom... mas viver é melhor ainda!

 

 

enquanto isso, no "banheirão"...

"Li seu artigo sobre um amor de banheirão e achei fantástico. Você sabe o que está escrevendo. Concordo em tudo com o que escreveu. Aliás, se eu fosse escrever sobre a minha fase banheirão não conseguiria expressar tão bem. É incrível como as pessoas querem se iludir e tentar encontrar um amor em lugares assim. Também acho que não existe e se fui a um lugar desses foi para encontrar sexo, como você disse, de quantidade e não de qualidade. Bem... é isso. Parabéns pelo texto."

roberson casarin | Campo Grande (MS)

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"Gostei do artigo 'um amor de banheirão'. Realista, sincero e sempre atual. Quem pode dizer que nunca conheceu alguém num banheiro badalado? Isto inclui também os banheiros de boates. Amor? Tesão de momento? Amor, como sabiamente mostra o artigo, não existiu. Pessoas 'de banheiro' querem apenas diversão. Sim, o tesão existe de ambas as partes. A atração louca que se arrisca no próprio banheiro, num apartamento de hotel e depois... uma despedida sem graça, promessas de 'te ligo depois'. Ainda há muita gente assim, mesmo nos tempos da Maldita. Se houver conscientização de que se pode ter tanta coisa mais promissora que pegação de banheiro, muitos gays ainda podem ser felizes e fazer outros também felizes. Abraços."

prof. carlos francesco | Rio de Janeiro (RJ)

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"Olá, tudo bem contigo? Agradeço-te pelos artigos e contos que fostes enviado por ti. Todos têm sido muito útil no meu dia a dia. Apesar que tenho uma vida corrida em meio a tantos números, sou profissional da área contábil, mas não sou o TECO (risos), sempre reservo um tempo para esse tipo de leitura, a qual adoro e que é gratificante para nós, homossexuais. Porém já vivenciei uma fase dessas em minha vida, afinal quem não passou por ela? (Em relação a vida de Teco). Sua leitura é clara, objetiva e realista. E não foge aos padrões existentes em nossa sociedade, afinal o que você escreve, é a nossa pura e muitas vezes cruel realidade."

fernandes forte | Fortaleza (CE)

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» comentário: Vocês captaram perfeitamente a essência deste meu artigo. Quis provar pro povo que relacionamentos que começam errado, sob pressão, em circustâncias falsas, de escape, estão fadados a não evoluir; não levam a lugar nenhum. Quando chegamos ao ponto de caçar um homem em lugares tão pesados quanto banheirões, como no artigo citado, é praticamente nula a chance de encontrar um alguém com estrutura emocional nivelada para dar início a um relacionamento saudável. Geralmente estamos tão afoitos, tão cegos, tão desejosos de minutos intensos de prazer, que não estamos preparados para abrir o bom senso e o coração e captar algo sincero e positivo da outra parte. Então, fica aqui mais uma vez o alerta: valorizar-se em primeiro lugar. Ficar bem para atrair boas coisas e boas pessoas, para amizade ou, realmente, para um grande e duradouro amor. Esta é a chave!

 

 

o segundo travesseiro

"Prezado Moa, querido amigo, admirado novelista. Li com grande prazer tua novela natalina: o segundo travesseiro. O texto é bonito, comovente e convincente. Os personagens são bem constituídos e a leitura fluente. Te agradeço o presente que, apesar de triste, paradoxalmente me alegrou e preencheu de esperança natalina. Que 2008 seja rico em trabaho e produção literária e, por que não, em conquistas amorosas que realmente valham a pena."

fernando coutinho | Rio de Janeiro (RJ)

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» comentário: Meu doce Fernando, muito obrigado pelas tuas lindas palavras de incentivo. "O Segundo Travesseiro" foi realmente "um parto" (escrito em apenas um dia - 21 de dezembro) e me deu muita alegria desenvolver o enredo dessa história. Alguns leitores quiseram comparar esse meu trabalho com o romance de grande sucesso "O Terceiro Travesseiro" (que fique claro: o título do meu conto não tem nada de oportunismo e sim de homenagem, já que respeito muito o autor e a história que encantou milhares de leitores e abriu espaço para a "nossa" literatura no mercado brasileiro). Espero, em breve, "ampliar" o texto, transformando-o num verdadeiro romance (tenho muito mais a explorar em Sven 'Fruta' McBee e Jörn 'Anta Cabeçuda' Tetzner) e, o mais importante, quem sabe eu consiga fazer um curta-metragem baseado neste conto em Ilha Comprida - a minha 'Lovland'? Mais uma vez, caro leitor e amigo... obrigado por iluminar meu finalzinho de Natal.

 

 

elogios

"Olá Moa! Apenas gostaria de te parabenizar pelo belíssimo trabalho. Tenho lido muitos artigos e livros seus e já posso dizer que virei seu fã! O Brasil precisa de gente como você. Suas opiniões se aproximam bastante das minhas, acho que foi isso que me cativou desde o princípio. Desejo muita paz, saúde e sucesso, e que você continue brilhando cada vez mais com esse seu talento. Você é um cara nota 10, talentosíssimo. Mais uma vez, parabéns pelo trabalho."

leon vicente | Rio de Janeiro (RJ)

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» comentário: Obrigado pelo incentivo e pelo carinho, Leon. Estou muito feliz com a receptividade dos meus textos e a aceitação do meu trabalho literário junto a jovens leitores como você. 2007 foi um ano muito positivo, onde consegui "emplacar" diversos contos que fizeram a alegria e encantaram uma nova geração de leitores pela Internet. Em breve quero dar prosseguimento a novos e excitantes projetos, como o tão sonhado lançamento do meu primeiro livro impresso e também com a transposição de alguns textos para o vídeo, onde minhas palavras ganharão mais vida, na voz e nos gestos de atores promissores. Estou feliz. Tenho certeza de que vou "chegar lá"!

 

 

666

"Perfeito seu artigo sobre 666 - besta quadrada. E, se real, parabenizo sua paciência. Normalmente, nem abro a porta, dispenso os evangelistas pelo interfone. Isso, quando não me despertam. Pratico o zen budhismo e acredita que até pela Internet questionaram minha sexualidade devido à minha fé?!"

manoel francisco moura | São Paulo (SP)

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» comentário: Enquanto houver "evangelistas" treinados para impor um ponto de vista, sufocando a opinião alheia e o livre arbítrio de quem quer que seja, lutarei para - ao menos em meus textos - minimizar essa idiotice sem lógica. Dizem que "ataco" sem piedade os evangélicos, o que não é verdade. Ataco, sim, ignorantes e fanáticos seja de qualquer linha religiosa, principalmente aqueles que nos julgam "escória do mundo", como "aberrações da natureza"... muita gente ainda vive na Idade Média. É uma pena.

 

 

diabo veste prata

"Moa, tô amando ler e reler seus contos. Seu trabalho é maravilhoso! Já tinha lido muita coisa sua antes, mas ao estudar com mais apuro os seus textos, principalmente o diabo veste prata, compreendi mais a tua forma de nos chamar a atenção pra os dilemas e conflitos dessa vida homossexual que escolhemos para nós. Você me fez encontrar a poesia nesse universo tão caricato e pejorativo. Obrigado por me mostrar a verddeira essência homossexual."

marcos | Caxias (MA)

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» comentário: O Diabo veste prata revela os bastidores de algo que é extremamente comum no meio neoprotestante: acusar de "diabólico" aquele que não se encaixa no seio da verdade hipócrita defendida por esses seres. Basta você não ser "normal" para que uma infinidade de impropérios (ditos, obviamente, sempre em "nome de deus") e difamações são despejadas contra a sua pessoa, humilhando e prejudicando, muitas vezes de maneira irreversível, a nossa auto-estima e o nosso lado psicológico. E o mais revoltante, além desse tipo de comportamento hediondo, é que muitos "pastores" e "bispos" são gays enrustidos que abusam deliberadamente de gays submissos e indefesos, usando seus corpos, sugando suas almas perdidas. São "religiosos" hipócritas e doentes que impõem sua posição "santa" para abusar daqueles que se encontram fracos e desorientados (e não somente no lado sexual).

 

 

elogios de um professor

"Entrei quase sem querer no enredo do livro meubranco. Me vi reportado no meu dia a dia de professor que tem a educação de seu pupilos como principal objetivo. Professor é o pai, o amigo, o exemplo. Sua vida pessoal se esconde no mistério dos lares. Professor deve resguardar-se de comentários maldosos. Vivemos isso, somos assim, metódicos, educados. Basta tocar o sinal da saída e tudo toma um especial colorido. Despimos o mestre e viramos o que nos dá prazer. Moa, você captou a essência do professor que vive esta vida dupla e que quer apenas ser feliz. A completa dominação de seu amado é o reflexo do condicionamento do professor que tem as rédeas da classe e pensa ter de sua própria vida. Tudo tem uma conotação forte no teu livro e confesso que ainda tenho sentimentos contraditórios sobre o sexo dos amantes. Me deixei levar. Mérito teu, meu conhecedor da alma humana. Você não nos faz sofrer e sim descortina um novo modo de ver as coisas. Eu tinha certeza de que teria algo diferente e surpreendente neste novo trabalho. Quanto ao dueto branco-negro foi superado pelo amor e pela explosão íntegra do sexo. Não há o que dizer. Parabéns!"

prof. carlos francesco | Rio de Janeiro (RJ)

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» comentário: Professor, tua mensagem captou o âmago da minha criação. Tentei expor em poucas palavras, através deste conto, não somente o lado sexual dos personagens, mas principalmente a verdade de Thomaz, um professor exemplar que sabe separar plenamente suas atividades profissionais e seu respeito pelos alunos de sua vida privada e de sua maneira de se relacionar com Meubranco. Para Thomaz, o fato dele "sustentar" o seu amado, tomando as rédeas do "marido ideal", deixando que Meubranco tome conta da casa e dos afazeres domésticos é algo tão comum na vida de tantos casais gays! Os protagonistas encaram isso com tremenda naturalidade. Meubranco gosta de ser uma "amélia"; gosta de satisfazer plenamente o seu "negro". Thomaz simplesmente encontrou em Meubranco o parceiro ideal, onde todas as afinidades são compatíveis, harmônicas e equilibradas. Enfim, eles têm o jeito deles de ser feliz. Na cama e fora dela. E isso é o que importa.

 

 

meubranco

"Quando me disseram que havia um site de contos gays de qualidade e que, ainda por cima, se auto-intitulava o 'melhor do Brasil', achei muita pretensão por parte do autor. E de repente, achei uma matéria sobre o ´moasterio´ no MixBrasil. Comparar os seus contos a 'Sabrina' achei um pouco demais (risos). Mas a crítica acertou em cheio dizendo que teus contos têm qualidade e são muito bem escritos. É uma pena que eles aparentemente não leram '30 dias' ou avaliaram teus fantásticos artigos! De volta ao teu site, esquadrinhei cada página, cada artigo, cada conto. Fiquei louco ao ler meubranco. Você praticamente contou a história da minha vida! Sua segurança em expor esse tipo de relacionamento inter-racial e a maneira como você destrincha a relação sexual dos personagens é algo de uma ousadia, uma mente privilegiada! Eu nunca li nada tão bem feito em nossa 'literatura gay nacional'. Daqui vai o meu parabéns com muito entusiasmo. Espero que você consiga o apoio necessário para expor os teus contos não somente em 'bancas de jornal', mas em todas as livrarias do universo! Você tem qualidade suficiente para ser um grande sucesso. Cadê as editoras que não te dão uma chance?"

raul delvecchio | Americana (SP)

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» comentário: Raul, sobre a crítica do MixBrasil, concordo com o editor ao afirmar que alguns contos têm o clichê do "em busca do príncipe encantado". Tenho absoluta certeza que o que diferencia os meus contos dos milhares de textos que são publicados em sites gays é justamente a qualidade das histórias e a "ousadia" em expor alguns temas ainda hoje considerados tabus dentro do nosso próprio meio. Acredito que meus contos têm real qualidade para serem "consumidos" por qualquer tipo de leitor, tanto aquele que curte histórias eróticas picantes, quanto o que busca histórias de amor consumado, entre homens. Tenho orgulho de contos como "Meubranco". Exponho aquilo que realmente acontece no relacionamento de muitos casais, gays ou não. É uma realidade que deve ser divulgada, discutida, avaliada. Sobre as editoras, como todo autor iniciante, tenho me esforçado em mostrar o meu trabalho às empresas do ramo editorial. Muitas têm em seus arquivos meu material para ser avaliado. Sou mais um entre inúmeros autores de sucesso em potencial. Aguardo a minha oportunidade com serenidade, pois sei que meu "produto" é bom, tem qualidade e está maduro o suficiente para "ganhar o mundo", seja na mídia impressa, ou no teatro, em filmes ou até na televisão. Faço a minha parte. Sei que produzo algo muito bem feito. Tenho milhares de leitores fiéis e sou muito grato a todo o apoio que recebo diariamente, através de emails e mensagens em meu orkut. Tento evoluir a cada conto, a cada artigo postado aqui em meu site. Tento me preparar para algo grandioso, pois, acredite, eu sei o meu valor... em todos os sentidos.

 

 

transando com (o pastor) jesus

"O conto pietro - transando com Jesus tem referências bem realísticas. A descrição dos fatos ocorridos nessa história são bem relatadas com pitadas de erotismo sem apelação, que nos levam ao local da Santa Ceia Carnal. Parabéns Moa!"

joão carlos | Rio de Janeiro (RJ)

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» comentário: Muitos leitores acham que sou agressivo quando exponho em meus artigos tópicos referentes à religiosidade. Na verdade, o que busco com minhas "provocações" como no conto acima é justamente chamar a atenção daquilo que está diante de nossos olhos e poucos têm a coragem de revelar "na lata"! Eu não suporto guardar para mim o fato de homens que deveriam honrar e respeitar suas ideologias religiosas - principalmente àqueles que se julgam "escolhidos por deus" -, que vociferam aos quatro cantos que são puros, mas escondem suas fraquezas entre quatro paredes sujas de um motel barato, pagando os serviços de jovens de corpos perfeitos que conseguem satisfazê-los em todas as suas fantasias. Eu não aceito que padres, monges, pais-de-santo e outros tantos levem para a cama adolescentes ingênuos, mulheres indefesas, alunos medíocres loucos para "ganhar nota" fácil, e outras barbaridades que todo mundo sabe, todo mundo vê, todo mundo acoberta e ninguém toma providências. Eu não admito hipocrisia. Sendo assim, o que eu puder revelar e expor, através dos meus artigos e contos, eu o farei. Tudo o que escrevo em meus artigos, vivi plenamente ou acompanhei muito perto caso a caso; pesquisando, investigando, indo a fundo para sempre mostrar ao meu leitor a realidade dos fatos.

 

 

morte ao bambee

"Parabéns pelo artigo temporada de caça ao bambi e também pelo seu site maravilhoso. Precisamos de mais sites e blogs e muitas outras coisas voltadas para o público gay que não tenham como página principal um homem nu. Na minha opinião, penso que somos presas fáceis por causa da carência, mas também muitas vezes por causa da procura do sexo e da cabeça perfeita (não a de cima, mas a sim a de baixo) e por isso viramos presa fácil de nós mesmos de uma carência que nós criamos. Mais uma vez parabéns pelo artigo, que deveria ter uma cópia colada em cada bar, boate sauna, cinemas ou em destaque em todos os sites gays."

renato ribeiro | São Paulo (SP)

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» comentário: Escrevi este artigo simplesmente porque cansei de acompanhar casos de gays que são atacados, feridos, estuprados e até mortos por uma simples questão de "fogo no rabo". Parece uma afirmativa pejorativa, mas não é. Pois quantas vezes você ou eu nos entregamos a homens estranhos por causa da nossa eterna carência ou busca pelo pinto encantado? Nos metemos em cada enrascada por causa da ilusão de uma trepada perfeita e em 200% das vezes, é culpa nossa as merd... que deixamos acontecer nos momentos de risco. Daí, quando a lindinha é atacada - na maioria esmagadora das vezes -, após ter aberto sua vida inteira e ostentado todos os seus bens em sites de relacionamento, tenta buscar apoio em grupos de defesa das minorias, que logo tratam de se armar, dizendo que as autoridades têm que tomar partido de nós (!!), que o mundo é homofóbico e o escambau! Enquanto não dermos o primeiro passo íntimo e sincero para mudar o nosso comportamento de risco, muito sangue, desilusão e tristeza ainda vão rolar nas quebradas da vida.

 

 

meu filho, meu amante

"Em meu filho, meu amante, você destrói o preconceito com uma melancólica história de amor. Um amor duplo, tanto de para para filho, quanto de um homem que decide amar outro homem... nesse caso, com laços profundos de sangue. Um texto polêmico, com certeza, mas que nos faz refletir sobre todas as variantes do Amor."

maurício velloso | São Roque (SP)

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» comentário: Uma característica marcante em todos os meus textos é a quebra da hipocrisia em nosso meio. Casos como o do pai que transa com o filho e vice-versa são comuns, existem, são uma realidade. Em muitas relações desse tipo, mesmo sendo incompreensíveis para a grande maioria das pessoas, há realmente amor, carinho e compreensão, onde o sexo é verdadeiro complemento do relacionamento. Mas é claro que também há casos escabrosos de estupros e humilhações e pedofilia, etc. Isso caracteriza-se por doenças psicológicas e outros fatores, que devem ser avaliados por uma bancada de profissionais competentes. Neste artigo, especificamente, minha intenção foi conduzir o leitor à reflexão e deixar para que ele decida se esse tipo de relacionamento pode ou não ser aceito, ser possível, ser real.

 

 

meu pai, meu homem

"Acabei de ler meu pai, meu homem e ainda estou com a respiração acelerada. Embora queira, não sei o que dizer. Em geral, os escritores, por mais erotismo que queiram passar, se embrenham por uma vereda de romantismo, por pequena que ela seja. É a isso que chamamos pudor literário. Eu mesmo, que não me considero um romântico, tenho vontade de mostrar ao leitor o cerne de um intercurso sexual, ou seja, uma foda entre dois homens, entre dois machos para ser mais verdadeiro, mas quando percebo já entrei por aquela vereda e, às vezes, até me perco nela. Você não, é absoluto no erotismo, vai no cerne da coisa, não se permitindo esconder qualquer verdade... e se a gente for realmente honesta tem que reconhecer que fodas entre dois machos são assim mesmo com toques de violência, como uma luta de vida ou morte, em que o mais ardente pelo elemento “macho” se põe como vencido, mas ganhando a batalha, dando as ordens; é um vencido nimbado de luz, como nas tragédias gregas. Você falou que seus contos são apenas fruto de sua imaginação, não fazem parte de sua biografia, mas a filosofia da literatura teoriza que todo escritor, como todo artista, passa muito de si no que escreve, principalmente sua libido. Se é assim, posso imaginar no que há de você nessas fantásticas trepadas, nessa maneira vigorosa como seus personagens praticam a felação e se fazem penetrar, tomando as rédeas, a direção da transa. Você é um mestre do erotismo. É de arrepiar! Revela no leitor a ferocidade que ele está sempre tentando esconder, como se isso fosse animalesco e não a revelação maior de sua complexa espiritualidade: os animais simplesmente trepam, rapidinho, a tempo apenas de extrair seu sêmen, guiados por uma força da natureza; todo o resto que o homem faz é manifestação de seu espírito. Amém."

júlio de castro paixão - escritor | Viçosa (MG)

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» comentário: É divertido receber mensagens de muitos leitores que me perguntam se tudo o que escrevo é baseado em experiências próprias. É claro que concordo contigo que quando escrevemos depositamos nas histórias muito de nós mesmos, de nossos anseios, de nossas frustrações e desejos mais íntimos. Acredito que todo o erotismo "na lata" que tento transmitir em meus textos tem sim, muito a ver com todo o "fogo" que carrego dentro de mim. Sim, posso afirmar sem falsa modéstia que sou um mestre na arte do sexo bem feito e valorizo o "fazer amor" de uma forma quase divina. Quando a química entre parceiros sexuais é perfeita, então tudo flui de maneira harmoniosa no sexo, independente do ato ser feito de forma carinhosa ou selvagem (adoro ambos). Enfim, sou emotivamente aquilo que escrevo, sem medos, receios, hipocrisias e demais bobiças que atrasam uma boa vivência daquilo que é belo, que é sagrado.

 

 

uma carta... para hans

"O conto uma carta para hans é excelente, Moa. Escrito com acuidade, bem narrado, sensual e bonito. Pena que você o rotule de conto gay, feito por um escritor gay. Que eu saiba, não há literatura feminina, masculina ou de terceiro gênero. Eu até compreendo a necessidade de afirmação em sociedade tão homofóbica como a nossa, mas já pensou conto macho, hetero, feminino? E escritor idem? Literatura não tem ou não deveria ter sexo – pelo menos como a compreendo –, embora possa tratar da sexualidade de forma tão sensível e corajosa como você o faz. Em essência, ela é boa ou ruim, bem ou mal escrita. E a sua é ótima, embora em raros momentos aproxime-se da perigosa fronteira do pieguismo – natural em temas como este –, mas logo ultrapassa-a de maneira brilhante, recompondo-se harmonicamente com a história, revelando outra qualidade sua: o domínio da técnica da boa escrita. Muito bom conto, mesmo. Parabéns e gostaria de ler outros. Um abraço."

nivaldo lemos - escritor | Rio de Janeiro (RJ)

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» comentário: Hans foi o primeiro conto que eu escrevi e tenho um carinho enorme por esse texto. Foi um grande desafio misturar ficção com realidade. Uma autoterapia forçada. Quanto ao fato de eu "rotular" minha literatura, na verdade minha intenção é somente a de diferenciar aquilo que eu escrevo dentro do próprio universo "gay". Muitos leitores, ao conhecerem meu site, acham que vão encontrar aqui textos burlescos, fantasiosos e repletos de pornografia barata como a grande maioria dos "contos" que são publicados em outros sites do gênero. O que tento mostrar para as pessoas - sejam homos ou não - é que "nossa vida" geralmente é tão "normal" como qualquer outra. Sofremos, amamos, temos nossas fantasias, sonhamos e alimentamos a esperança de sermos aceitos e compreendidos perante quem cruze o nosso caminho. Muitos dizem que eu sou uma pessoa "corajosa", por expor de maneira crua e direta aquilo que faz parte do meu ser... que, no Brasil, são poucos os artistas - gays ou não - que produzem mídia ou um produto "gay" de qualidade para atingir todos os segmentos da sociedade... eu procuro ser diferente e dar o melhor de mim naquilo que acredito ser bom. A minha arte de consumo popular aflora através da literatura... e a cada dia que passa só aumenta a minha felicidade e satisfação pessoal ao saber que meus textos proporcionam às pessoas momentos de reflexão, de emoção e de afinidades vibratórias positivas que são capazes de mudar o rumo de uma vida.

 

 

memórias de um garoto de programa

"Sipriano, sou heterossexual e é a primeira vez que tenho a oportunidade de ler um conto gay. Seu site foi indicação de um amigo e romano foi a primeira obra de sua autoria que li. O que posso dizer? Tua sensibilidade, coragem e visão deste universo tão cercado por preconceitos me deixou pasma! Eu nunca imaginei como seria "o início" da vida de quem decide seguir essa profissão. Muito obrigada por compartilhar o seu trabalho. Baixei os outros livros e tenho absoluta certeza de que realmente vou aprender muito sobre o meio gay (sou uma simpatizante!) e, como sugere o slogan do teu site, você é simplesmente... surpreendente!"

juliana bressan | Caxias do Sul (RS)

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» comentário: Juliana, uma das coisas mais surpreendentes no contato com meus leitores é que uma boa parcela é formada por heterossexuais que curtem e aprendem muito com os temas que exploro em meus artigos e contos. Isso prova que esse tipo de conteúdo, quando feito com honestidade, sensibilidade e respeito, acaba ajudando a derrubar inúmeros mitos, preconceitos, tabus e neuras daqueles que, por puro desconhecimento, muitas vezes não sabem como conviver com uma pessoa "diferente" do seu meio. Obrigado pelo carinho e pelo incentivo. Espero que você possa acompanhar sempre a evolução do meu trabalho. Mantenha contato!

Obs: atendendo ao pedido da leitora, desativei o link para o seu email pessoal.

 

 

+ + + elogios

"Olá Moa. Eu admiro muito o seu trabalho como escritor. Seu tipo de literatura é uma alternativa muito mais agradável de leitura do que os contos eróticos que encontramos em outros sites. Infelizmente há uma carência muito grande de histórias inteligentes, equilibradas, e principalmente, românticas. A primeira vez que tive contato com os seus textos foi através do portal glx e simplesmente me apaixonei pelo seu estilo, onde você soube dosar tudo o que presisa para criar uma história perfeita. Gosto muito de histórias românticas, e as suas acertam em cheio. Outro ponto que eu admiro são os textos polêmicos, que retratam a realidade desse 'mundo', a hipocrisia, e a insensibilidade para com o próximo. Sou um grande fã de seus textos e espero que você tenha muito sucesso na sua carreira de escritor."

ruan rufino | São Paulo (SP)

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"Olá Moa Sipriano, achei maravilhosos seus textos, em especial uma carta para hans. Incrível sua sensibilidade em retratar temas tão polêmicos de forma tão natural."

adolpho apple | Socorro (SP)

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"Parabéns pelo site. Visitei-o e achei inteligente e bonito."

luiz mott | Salvador (BA)

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"Deus realmente te presenteou: você é especial! Tudo que li até agora me deixou fascinado. Vou continuar lendo tudo, pois seus livros são contagiantes e de uma literatura riquíssima, um grande abraço."

paulo sérgio de souza | Ribeirão Preto (SP)

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"Estou gostando muito do seu trabalho... sua obra literária é muito interessante e desperta curiosidades... são textos muito bem escritos e de uma originalidade sem precedentes. Você explora o mundo gay com equilíbrio, quebrando tabus e distribuindo palavras picantes sem cair em lugar comum. Você me deixou impressionado com seu estilo, ora suave, ora forte, mas com elevado bom gosto e fácil discernimento. Seus textos são quentes e ao mesmo tempo sutis e não comprometem ninguém."

joão carlos mello | São Gonçalo (RJ)

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"Você foi direto à minha alma. Empreitada que tem sido difícil por outros artesãos de palavras, porém com sua maestria me misturei nas suas entrelinhas. Te ler é um coito de letras."

zé eduardo | Campo Grande (MS)

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"Li alguns de seus textos. São SENSACIONAIS! este é o adjetivo exato. Você escreve muito bem, são produções coerentes, realistas, verossímeis, e, sobretudo, ERÓTICAS. Não vi nada de pornográfico em sua escrita. Vi um erotismo saudável, no qual percebe-se a possibilidade do amor entre homens que querem apenas a felicidade. São textos que devem ser lidos por todas as pessoas, independentemente de sua orientação sexual. Basta apenas ter a mente e o coração abertos e ser desprovidas de quaisquer preconceitos. Li alguns trechos do livro 30 dias e vi que VOCÊ É ESPETACULAR para explorar as características do universo gay de modo natural, sem querer ser controverso. PARABÉNS!"

prof. arthur | Assis (SP)

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"Olá Moa, as pessoas podem tirar tudo de nós, menos nossa capacidade de criação. O talento nos pertence por direito, ninguém podera roubá-lo. Fico feliz de ter amigo tâo criativo e talentoso!"

mário pariz | Jundiaí (SP)

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"Li 30 dias. Adorei. Além de ser um ótimo escritor, você é uma pessoa maravilhosa. Já li muitos livros onde abordam mesmo tema, mas nenhum chamou tanto a minha atenção: seus textos são tão verossímeis que parece que nos remete ao passado onde aconteceram passagens tão semelhantes quanto ao que você narrou em seu livro. Parabéns pelo seu talento e pela oportunidade que você nos dá de poder apreciar tão bela literatura."

romildo garcia | Diadema (SP)

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"Querido, menino. Já havia lido alguns livros do gênero, mas que passaram sem deixar muitas marcas. Quando li 30 dias fiquei em transe, pois, sem falsos pudores, você descreveu histórias, fantasias que tivemos ou ainda temos nesta nossa vida a procura de um amor sincero, cúmplice e verdadeiro. Sou professor de português e literaturas e teus artigos e contos têm a contemporaneidade dos grandes escritores."

carlos francesco | Rio de Janeiro (RJ)

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» comentário: Quando recebo mensagens como essas, é como se uma bomba carregada de emoção explodisse dentro de mim. Fico eufórico, com desejo maior de dar o máximo no próximo artigo, no próximo conto. É por pessoas como vocês que escrevo. É por isso que tudo vale a pena. Obrigado - de coração - pelo carinho!

 

 

+ + + elogios

"Quero parabenizá-lo pelos contos jon e filipe. Gostei muito do jeito não pornográfico dos contos, a leitura pode ser compreendida sem dificuldades e o melhor, sem aqueles palavrões chulos e idiotas."

ary azabar | Uberlândia (MG)

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» comentário: Obrigado pela mensagem carinhosa. Quando a história pede situações eróticas, meu estilo tenta não se utilizar de baixarias. Acredito que esse tipo de manifestação anda um tanto saturado. Procuro usar da poesia. E ser direto sempre, quando preciso ser mais enfático e objetivo, como é o caso da mensagem que tento passar em "Filipe". Estou feliz com a receptividade dos textos. Estou atingindo meu objetivo, que é levar a literatura gay de uma maneira diferenciada aos leitores.

 

 

+ + elogios

"Tenho lido as mensagens de seu site, aliás, maravilhosas. Você trata do tema 'homossexualismo' com muita elegância e naturalidade, bem diferente dos movimentos que talvez por inocência, impõem de uma maneira meio agressiva, enquanto que você dá um tratamento bem natural. Parabéns. Como você mencionou em uns dos artigos, temos na história da humanidade grandes personalidades que foram homossexuais e mesmo hoje, temos grandes empresários que movem fortunas fabulosas nos mercados da moda, indústria, arquitetura, informática, etc!"

lira vargas - escritora | Niterói (RJ)

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» comentário: Meu objetivo sempre foi expor o tema da homossexualidade sobre um novo prisma; sem baixarias, sem apelos, sem pornografia barata. Acredito que tudo se resume à uma abordagem direta e sem rodeios. Não tenho medos ou receios e tabus em expor aquilo que penso, vivo e sinto. Sou livre. Acredito ser útil, em meus artigos e contos, no esclarecimento de uma vivência plena da sexualidade.

 

 

+ elogios

"O conteúdo deste site é básico, necessário e absoluto! O visual é 10 e a navegação maravilhosa! Se todos os sites fossem assim, não perderíamos tanto tempo na Internet com tanta bobagem e conteúdos vazios. Parabéns, Moa!"

robson arcanjo | Niterói (RJ)

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» comentário: Completando o comentário acima, este espaço está sendo moldado dia a dia para se transformar num excelente site de literatura gay. Há uma preocupação constante com o seu conteúdo!

 

 

13 homens e 1 destino

"O conto filipe é de deixar o cabelo em pé... fantástico, excitante, nojento e desesperador... sinceramente, nem sei se curti ou não."

marquinho dalal | Valadares (MG)

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» comentário: Este conto é um alerta: um "se toca que a vida vale a pena ser vivida". Dei uma nova chance ao Filipe - logo ele estará em um novo conto, justamente vivendo a plenitude do sexo saudável com seu novo amor. Além disso, o "Filipe" que deu origem à história hoje é voluntário de uma ONG que trata de pessoas com o HIV, auxiliando-as em todos os estágios delicados de suas vidas!

 

 

sucesso no planalto!

"Emocionado, folheei o seu site, observei-lhe a qualidade, a estética, a disposição e, acima de tudo, a seriedade. Li uma das histórias - jon - retrato de vida, não? E convenci-me a palmilhá-lo com calma, degustando-o com o carinho e a atenção que o seu trabalho merece. Parabéns! Você conquistou um leitor interessado e assíduo. Perdoe-me manter minha identidade secreta. Sucesso!"

L. - deputado estadual | Brasília (DF)

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» comentário: Meu caro leitor, foi com muita alegria que recebi sua mensagem. Ela chegou em boa hora, inspirando-me num momento em que eu me sentia fragilizado, sem disposição para criar. Como é gratificante saber que minha simples literatura proporciona alegrias e prazeres à pessoas especiais como o senhor. Agradeço o carinho. Prometo dar sempre o melhor de mim!

Obs: atendendo o pedido do leitor, desativei o link para o seu email pessoal

 

 

elogios

"Gostei muito da concepção visual de seu site, de fácil visualização e com um conteúdo bem abrangente, onde podemos passar horas lendo sem cair no marasmo. Parabéns pela qualidade empregada."

telmo carrilho | Fortaleza (CE)

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» comentário: É uma preocupação constante deixar o site o mais prático e simples possível. Sei o quanto é cansativo ler textos longos na tela, daí a possibilidade da impressão do texto em PDF. Tento postar artigos dinâmicos e objetivos. Cada semana procuro acrescentar novidades no site. Muita coisa legal acontecerá no momento certo. Valeu pela força!

 
 
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