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elogios sinceros
"Simplesmente maravilhoso
seu site! Fico muito feliz em conhecer seu trabalho literário,
pois demonstra uma coragem e simplicidade muito estimulantes
para todas as pessoas de bom gosto. Eu, particularmente,
sinto muito falta de compartilhar a mesma visão de
mundo com outras pessoas, e por essa razão, fico
feliz em conhecê-lo. Divulgarei suas obras para meus
amigos, que também possuem uma visão esclarecida
e madura sobre a homossexualidade. Grande abraço
a você, e espero que entremos em contato mais vezes."
juliano
nascimento | Franca (SP)
::
"Moa já te falei
ao vivo e não canso de repetir que só com
essa pouca convivência facebokeana que tenho
contigo já é o suficiente pra me trazer força.
Pode ter certeza que você é um dos que mais
me inspiram na minha evolução pessoal. Tô
lendo, refletindo e me entorpecendo com suas publicações,
textos e entrevistas, e assim saindo do mundinho de conto
de fadas que criamos. Já até me falaram ando
diferente, e provavelmente esteja mesmo, afinal, posso dizer
que depois de um pouco de informação passada
por você, chego a me sentir mais experiente e preparado
para a vida lá fora."
érico
teixeira | Jaguarão (RS)
::
"Há algum tempo
conheci o teu trabalho e fiquei muito admirado. Fiquei admirado
por encontrar entre as tuas linhas uma identificação
com alguns dos seus personagens e achar que todos os gays
já viveram situações semelhantes outrora.
Eu sou gay assumido e espero que o teu trabalho seja uma
referência no meio LGBT e sirva para a conscientização
da comunidade tão perdida de apoio e boas referências
muitas vezes. Se precisares de apoio para divulgação
através do meu perfil,estou do teu lado para te ajudar
no que for preciso. Espero que tu continues a ser essa pessoa
importante que representas hoje na literatura gay brasileira,
que alcances o reconhecimento e a valorização
merecida ao teu trabalho e continue a nos brindar com os
seus textos de grande qualidade. Eu te agradeço por
teres me adicionado ao teu perfil. Valeu mesmo. Ainda na
semana passada, recomendei a um amigo de Curitiba que baixasse
para ler os trinta
dias de Jägger. Acredite: eu achei aquela hitória
pertinente ao meu amigo!"
bruno
piancastelli | Geneva (Suíça)
::
"Moa, fico imaginando a
quantidade mensagens, tweets, scraps e
seja lá o que for que você receba por dia.
E talvez nem tenhas como ler ou responder tudo isso. Mas
mesmo assim me sinto na obrigação de te escrever
pra te dizer o quanto és admirável. A tua
arte é cheia de mistérios e encantos. Apaixona,
emociona, encoraja, enobrece a alma. Fico pensando também
o quanto alguns leitores não fantasiam momentos no
aconchego dos teus braços e peito peludos, e o quanto
é sutil a relação existente entre a
admiração, o tesão, a apreciação...
apesar de ser prolixo, e sempre o sou quando falo de (meus
próprios) sentimentos, o que eu quero precisamente
te dizer é que te admiro muito, pelas tuas palavras,
pela tua profundidade, pelo ser humano de alma e carne que
demonstras ser nas entrelinhas de teus contos. O mundo seria
muito melhor se existissem muitos mais Moas...
mas o meu mundo já é bem melhor desde o dia
que o Google me apresentou você graças a uma
busca desconexa que fiz no site. Enfim, coincidências
da vida... e a ti desejo toda a felicidade, sorte e sucesso,
porque você é daqueles caras que encantam,
seduzem e fazem a gente querer sempre o bem e o melhor.
Quem sabe um dia não nos esbarramos por aí
para dar grandes risadas e fazer grandes especulações
da vida. Abração!"
luis
maffini | Porto Alegre (RS)
::
"Acabei
de ver teu site e ler um de seus livros. É fantástico!
Sou teu fã de agora e para sempre. Queria ter visto
seus contos e comentários antes, tenho certeza que
teriam sido parte de minha formação durante
a adolescência e agora são para mim literatura
obrigatória. Moa, vejo em suas palavras uma profundidade
que não vejo em muitas pessoas. Sinto que você
tem uma alma que irradia sua luz em todas as direções,
mas principalmente na direção dos teus objetivos
e afetos. Vou acompanhar um pouco mais seu site e beber
na fonte de suas emoções."
cléber
lobão ferreira | Belém (PA)
::
"Gostaria
de parabenizá-lo pelo excelente trabalho em seus
livros. Fiquei super emocionado com o que li, fui transportado
dessa realidade para Lovland e pude viver ali por muito
tempo com seus personagens. Sorri, chorei, amei com cada
um deles. E por incrível que pareça uma, duas,
três ou todas as suas histórias mostram a vida
não só dos seus personagens, mas de todos
nós. Parabéns... é o que posso dizer
a você!"
deivisson
rafael | Rio de Janeiro (RJ)
::
"Olá,
Moa. Fiquei admirado com sua capacidade colocar desejos,
angústias e todos esses sentimentos comuns a tantos
gays de forma tão poética. Parabéns
pelo trabalho!"
charles
| Rio de Janeiro (RJ)
::
"Moa,
obrigado por ter tanta originalidade que vem de sua Alma
e de seu coração... que sabe revelar de uma
forma direta ou indireta os sentimentos dos mistérios
que muitos não tem coragem de ver, sentir e sonhar...
sabe como poucos conduzir em atalhos absolutos a verdade
sem deixar de lado oq sua alma quer nos revelar ... obrigado
amigo por ser quem é e saber usar tão bem
esse Dom que Deus te deu de presente, para não deixar
nossas mentes vazias e sem emoção, mas com
tudo numa dose certa de liberdade para pensar... você
é esse grande Mago que estávamos esperando
e que vai existir em nosso mundo... Obrigado Grande Mago
do Saber!"
marcelo
nardes | Rio de Janeiro (RJ)
::
"Oi,
Sr. Moa. Agradeço pelo acesso a seus livros, que
são todos ótimos. Eles nos fazem sonhar. Me
faz sonhar. Adoro os contos que envolvem sentimentos, amor.
Continue sendo assim, o escritor que fabrica sonhar em linhas.
Obrigado novamente, e fique com os anjos. Dedico esta frase
do Caio Fernando de Abreu a você: "É
dificil aprisionar os que têm asas".
alex
| São Paulo (SP)
::
"Sou
um grande fã seu. Tenho o propósito de ler
todos os seus contos. Dos que eu li até agora, posso
afirmar que amo "Trasando com Jesus". Parabéns
Moa, não é todo mundo que escreve o que você
escreve com tamanha dignidade.
israel
f. | Manaus (AM)
::
"Você
parece que veio segurar o bastão deixado por Cassandra
Rios e Caio Fernando Abreu na literatura brasileira em relatar
o homoerotismo de forma tão digna e corajosa."
márcio
rufino | Belford Roxo (RJ)
::
"Sua
literatura condiz exatamente com o que você é:
forte, sensível, inteligente, perceptivo. Linda como
tua alma é."
gilson
andra | Rio de Janeiro (RJ)
::
"Olá
Moa! Apenas gostaria de te parabenizar pelo belíssimo
trabalho. Tenho lido muitos artigos e livros seus e já
posso dizer que virei seu fã! O Brasil precisa de
gente como você. Suas opiniões se aproximam
bastante das minhas, acho que foi isso que me cativou desde
o princípio. Desejo muita paz, saúde e sucesso,
e que você continue brilhando cada vez mais com esse
seu talento. Você é um cara nota 10, talentosíssimo.
Mais uma vez, parabéns pelo trabalho."
leon
vicente | Rio de Janeiro (RJ)
::
"Moa,
você é uma exceção. Sua escrita
e seu senso visual são iguais: você consegue
não ser nem um pouco explícito, não
usar nada sexual, nem mostrar nada abaixo do umbigo nas
fotos, por exemplo, e ainda assim fazer algo que excita
mais do que um filme pornô. O mesmo acontece com seus
livros. Eu os considero eróticos, mas não
pornográficos. Um amigo meu heterossexual leu algo
seu (já me esqueci qual livro) e disse: Excelente
literatura homoerótica. É a primeira vez que
leio algo homoerótico e vejo qualidade na escrita."
zagato
sama | Belo Horizonte (MG)
::
MOA:
Após tanto tempo de intensa
batalha, tenho orgulho da maturidade que minha obra alcançou
nos últimos anos. É fantástico perceber
que a cada lançamento, mais e mais leitores se identificam
com minha forma de expressar a verdade oculta nesse universo
colorido e diversificado tão complexo e ao mesmo
tempo tão belo. E o combustível que alimenta
minha ambição enquanto artista vem do carinho
e também do incrível apoio que recebo de pessoas
anônimas espalhadas por todo canto. Pessoas que possuem
afinidade com aquilo que produzo com muita dedicação |
|
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sucesso em portugal
"Continuo
a admirar este SENHOR, que para além de escrever
bem, aborda assuntos que infelizmente ainda são tabus
para muita gente, mas que secretamente todos e muitos, adoram
lêr e fantasiar. Mas jamais têm a coragem de
dizer: eu adoro lêr aquele escritor de contos eróticos.
Tenham a coragem, meus Senhores, de espalharem aos quatro
ventos, que existe talvêz, o melhor escritor de literatura
Gay, e mesmo para quem não seja Gay, deveriam o lêr,
aposto que só lhes faria bem. Obrigado Moa, por deliciosos
pecados da Gula. Abraço desde Portugal."
::
"Em
tempos, deixei aqui o comentário acima, simples,
sentido e honesto. MEUS SENHORES, leitores, amigos, amigas,
tirem essa roupinha de preconceito, e partam para a objectividade,
apoiem este escritor, vou digitar de uma outra forma, ESCRITOR,
de muita coisa boa que tenho lido, é sem dúvida,
uma das melhores referências literárias que
ultimamente tenho lido, pelo seu arrojo, pela sua coerencia,
e muito pela sua originalidade. Editoras, livreiros, estão
à espera do quê?? Sejam arrojados e entendam
o valor deste homem. Será que num outro País,
ele terá que fazer sucesso? Acredito nesse Brasil,
só fico é perplexo com a demora de o reconhecerem.
Para VC, Moa, não desista nunca!!! Os seus contos
são lidos e deliciosamente digeridos e relidos. Necessitamos
de pessoas honestas e autênticas como você.
Obrigado."
j.p.
nunes | Lisboa (Portugal)
::
MOA:
A cada
dia que passa, eu amplio meus horizontes, ou melhor... minhas
obras viajam e se hospedam nas mentes e corações
espalhados por todo mundo que adota a língua portuguesa
como meio de expressão. Seja em Angola, seja em Portugal
ou em tantos outros lugares, minha literatura universal
segue tocando leitores universais... enfim, eu só
tenho que agradecer à Mãe Internet por me
permitir estar sempre ao lado de quem aprecia a minha difícil
e deliciosa missão. |
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livros gratuitos x livros pagos
"Oi
Moa, tudo bem? Estou surpreso pela beleza e profundidade
de seus contos. Parabéns! A cada conto sempre renova-se
a viagem. Baixei todos os que encontrei em seu site, mas
observando tempos atrás seu álbum de fotos
no (antigo perfil do) Orkut notei que alguns não
estão disponiveis para download: 08:09 AM - PM; O
Clube do Homem Invisível; Mel; Amanda; Os Meninos
da Banda Sem Nome; Cama, Mesa & Banho; Um Morto Pede
Carona; A Cruz e a Espada; Bobnorton; Felizberto; Jaime;
Meu Filho é Gay... e daí?; Melancia; Polytheama;
O Dilema de Silvio, O Triângulo das Bermudas e Vampiros.
Por que você postou as capas, mas não os contos?"
f.
l. montes | Petrópolis (RJ)
::
MOA:
Obrigado
por acompanhar meu trabalho. Os títulos que você
listou são "livrões" que ainda avalio
se libero ou não para download gratuito. Digo isso
porque hoje vivo exclusivamente daquilo que escrevo e são
pouquíssimos os leitores que colaboram
livremente na "aquisição" dos livros
virtuais. Além disso, os títulos citados
que ainda não estão "liberados",
confesso que estou reservando essa safra inédita
para oferecer a uma editora comercial que acredite e aposte
no meu trabalho. Mas... de repente, me dá a "lôca"
e acabo liberando aos poucos essas obras também...
vamos ver... talvez no decorrer de 2010 (risos)... Quanto
à produtividade, estou me disciplinando para tentar
a publicação de ao menos um artigo por semana
e um conto ou romance novo a cada 15/20 dias. Eu acredito
em mim-eu-mesmo! |
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balas de agosto
"Acabei
de ler teu livro Balas
de Agosto. Afirmo que indiscutivelmente AMO tua literatura.
Mas que triste o fim do pequeno bambee. Vou te confessar
que chorei muito com o episódio em que o garoto recebe
um tiro do próprio pai, por uma questão de
preconceito. Sei que ainda há em nosso mundo pessoas
com a mentalidade pequena, que não pensam na felicidade
dos outros, principalmente se for a do próprio filho.
Não posso generalizar, até compreendo que
ainda é difícil pra alguns pais aceitarem
que seu filho ou filha seja homossexual, mas nada justifica
uma atitude infame e sem cabimento como a descrita em teu
conto. Sei que posso estar fugindo do foco da narrativa,
mas também apreciei muito a atitude de Sid, para
mostrar que sempre deve haver respeito acima de tudo e nada
justifica o preconceito que gera violência... Desejo
a você muito sucesso!"
edson
grandini júnior | São Paulo (SP)
::
MOA:
Balas de
Agosto foi escrito por causa de um acontecimento real que
acompanhei recentemente. Em agosto, eu estava em Jundiaí
(SP) passando alguns dias com minha família, e num
dia comum e corrente apareceu no noticiário local
que um travesti havia sido assassinado por um cliente num
motel. Fiquei tão tocado com o ocorrido que acabei
me recordando de outros casos como esse, inclusive cometidos
contra menores de idade (pais que matam filhos ao descobrirem
que são gays). Sendo assim, procurei estampar nesse
conto o meu repúdio contra esse tipo de situação
ainda comum em nosso meio. E também - não
sei por qual motivo - acabei embalando no conto um pouco
mais de coisas bem pessoais que sinto, que avalio, que até
mesmo espero acontecer comigo. Não vou negar que
sonho e ainda batalho muito para encontrar um "Wagner"
que possa cuidar da minha carreira, bem como não
posso deixar de exaltar a mim-eu-mesmo pela minha iniciativa
pioneira. Tenho orgulho de tudo que escrevo e sei que meus
textos são capazes de mudar muitas vidas para melhor.
Sid, o protagonista, tem muito do "Moa", pode
acreditar. Sei a importância da minha missão.
E eu vou até o fim... pode apostar. |
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a camisa de vênus
"O
artigo A
camisa de Vênus me tocou profundamente,
me fazendo pensar em coisas que acontecem no dia a dia e
muitas vezes simplesmente ignoramos. É uma dura realidade
e também é muita pena que não queremos
enxergar quantos Vênus andam por ai e estão
soltos nas ruas. O pior de tudo é pensar que algumas
pessoas se deixam levar... conscientemente! Parabéns
pelo artigo!!!"
joão
henrique borges | Araxá (MG)
::
"Li
seu artigo 'a camisa de Vênus' e mais uma vez me rendo
ao seu talento. Suas palavras tocam de uma maneira singular
no assunto abordado. Concordo com você. Não
sabemos quantos Vênus existem por ai... acredito
que uma boa parcela... e muitos outros que subjugam-se aos
prazeres da carne, sem se preocupar com suas vidas efêmeras...
Parabéns, meu amigo, por seu trabalho... Abraços
do seu admirador!"
marcos
roberto | Aparecida (SP)
::
MOA:
Acredito
no seguinte: todos nós somos livres para fazer com
nossos corpos e com nossas vidas o que bem entendermos.
Se numa aventura de caráter puramente sexual, decidimos
de comum acordo encarar o companheiro de qualquer jeito,
paciência... foi avisado! O que me enerva é
saber que seis meses depois, o idiota do bambee vai ao médico,
pega a porra de um resultado positivo, depois toca aguentar
o sujeito se descabelando, revoltado com a vida, achando
que Deus e o Mundo conspiraram contra sua santa pessoinha.
Informação e maneiras de se proteger... hoje
todos têm, ainda mais nós - gays! -, sendo
assim, não condeno a atitude de Vênus, pois
ele ao menos tem a decência de deixar tudo claro antes
do ato em si. Se gostamos ou não de um bom jogo de
roleta-russa... bom... cabe a cada um de nós tirar
a sorte no palitinho e cair ou não de boca-bunda-e-pinto
no prazer. Hummm... eu disse prazer? Pense nisso! |
|
 |

gay que odeia gay
"Caro
Moa. Achei interessante esta aborgadem, que apesar de cáustica
é a mais pura realidade; retratar as questões
mais banais da cultura gay: a competição,
a falta de união e consciência é uma
coisa que já foi tema até de seminários.
A maioria dos gays não leva a sério conjugar
a questão sexual com a ética. Muitos querem
dar e se divertir até que a boate feche, ou que o
mundo acabe. Sou homossexual, mas já tenho a real
percepção do que é a realidade gay
atual no princípio deste ano. Considere comportamentos
e atos abordados no artigo como uma série de questões
interligadas. O vazio, com pessoas vazias, o exacerbado
culto ao corpo e o reacionarismo tem tomado conta cada vez
mais. Talvez até por causa disto uma série
de ações e reinvidicações do
'meio' não são sequer ouvidas... Abraços."
willian
dutra | São Paulo (SP)
::
MOA:
Eu não
poderia descrever melhor. Você complementou com perfeição
aquilo que deixei bem claro em meu artigo - gay
homofóbico, pode uma coisa dessa? -, procurei
ser o mais frio, o mais "sarcástico" e
o mais direto possível para tratar de um assunto
que é a verdadeira cicatriz que teima em jamais se
fechar em nossos comportamentos bambeesticos. Enquanto
não resolvermos e limarmos os defeitos em nós
mesmos e em nosso jeito de encarar nosso próprio
mundo, não adianta exigir do MUNDO a tolerância
e o respeito que ainda não aprendemos a ter com nossos
próprios "iguais". |
|
 |

conhecimento e prazer
"Moa,
quero agradecer pelo acesso a todo seu trabalho. Seus artigos
me iluminaram e me esclareceram muitas coisas pendentes
que antes eu não queria enxergar ou tinha medo de
confrontar com a verdade. Suas obras são uma leitura
que eu recomendo pra todos. Sobre seus contos - que de antemão,
vou fazer questão de imprimir todos eles - retratam
uma realidade, realidade nossa, com fantasias e afetos,
e que nem sempre procedem como contos de fadas com um final
feliz. Mas o importante disso tudo é o viver, vivenciar,
experimentar a vida na sua real plenittude, sem dogmas,
religião (que particularmente hoje em dia não
liga nada com nada). Você enaltece o sentimento e
mostra nossa vida como ela é. Com o sentido de autenticidade
e de existir, se assumir como ser humano, com todas as suas
questões, sejam elas a carência, o monstrinho
do apego que se disfarça de Amor, e outro monstrinho
que nunca larga nossa mão que é a Solidão
(risos). E é importante ressaltar que no seu Mensagens,
muitos não aceitam que a vida não se resume
só à Pegação. Adorei quando
você fala de energia: que só atraimos pessoas
negativas, quando vibramos energia negativa, quando nos
posicionamos em caçar, vibrar sexo, só atraimos
pessoas afim disso. Nunca achamos um grande amor no banheirão.
Isso é verdade. Obrigado por tudo!"
jorge
júnior | Rio de Janeiro (RJ)
::
"Venho
mais uma vez dizer como adoro descobrir, me encantar, me
encontrar e me deixar ir em cada palavra que você
escreve. Li seu livro DOIS.
Me encantei, me emocionei! Não vou te parabenizar
pelo talento e dom que tens, mas sim, por estar colocando
em prática, oportunizando mais arte na nossa vida
de cada dia."
marcos
roberto | Aparecida (SP)
::
MOA:
Não
posso negar que há momentos em que tenho vontade
de chutar o balde, desistir de tudo, parar de criar, de
escrever, enfim... jogar a toalha. Mas quando me deparo
com depoimentos carinhosos como esses acima, dou uns bons
tabefes em mim-eu-mesmo e caio na real, recuperando o fôlego
e a energia suficiente para não abandonar a minha
mais nobre missão: a de levar cultura, conhecimento,
prazer e um pouco de felicidade a milhares de pessoas espalhadas
pelo mundo. Eu continuo na minha luta solitária.
Solitária? Porra, como tô sendo egoísta.
Quem tem fãs como os que eu tenho nunca será
uma pessoa solitária! Muito obrigado, "amigorkuts",
pelo apoio. Eu vou continuar a minha jornada... eu vou continuar
a minha luta... POR VOCÊS! |
|
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sipriano: religião,
sexo, fãs e futuro
"Moa,
em cada entrevista, em cada conto, em cada artigo há
uma surpresa, uma novidade e acima de tudo um mundo de descobertas.
Esta entrevista que você
me enviou é fantástica, explica seu ponto
de vista e abre nossos olhos para a hipocrisia existente
na sociedade e também ajuda a descobrir e desvendar
mistérios escondidos em tuas entrelinhas. Você
é um magnífico contista, e atrás de
uma história bem escrita com traço marcante
e forte, esconde um segunda história bem mais empolgante
e interessante que me faz devorar cada vez mais
tudo o que você escreve. Sei como é difícil
se manter apenas escrevendo em um país como o nosso,
sei que é complicado viver sem um patrocínio
fixo, porém quando o trabalho é bem feito
- como o seu -, tenha certeza que sua recompensa está
guardada e você vai brilhar muito e calar a boca de
muitas outras pessoas. Cresça e apareça meu
amigo. Seja muito feliz! E continue lutando sempre e incentivando
pessoas como eu a entrar nesta luta para caminharmos juntos
para um Brasil mais igualitário e com maior respeito
das diferenças existentes. Um beijo carinhoso do
seu amigo-fã."
joão
henrique borges bento | Araxá
(MG)
::
MOA:
Sempre
que sou solicitado a dar uma entrevista e tenho uma chance
de expor aquilo que penso, aquilo que sei, aproveito e agarro
a oportunidade sem pestanejar. Foi um desafio enorme e até
mesmo uma surpresa gritante responder questões brilhantemente
formuladas por um garoto de 15 anos! Como é bom saber
que muitos jovens têm uma cabeça espantosamente
aberta para toda essa revolução sexo-cultural
que acontece à galope em nossas vidas. Sobre minha
luta contra o preconceito e a hipocrisia reinante no seio
da Igreja, continuarei minha batalha solitária buscando
apenas a tentativa de abrir os olhos de quem se interessar
em ver a realidade dos fatos. Obrigado, caro leitor, pelo
imenso carinho e pelo incentivo supremo que tuas palavras
surtiram no meu espírito cansado. Como sempre afirmo,
é por atitudes como a sua que meu alicerce se fortalece
dia a dia. É esse incentivo que me estimula a dar
o meu melhor... hoje... e sempre. Muito obrigado pelo companheirismo.
|
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 |

big bambee brasil - um fã
no paredão!
"Olá
Moa. Curti muito o artigo big
bambee brasil e sei que de elogios você deve estar
farto, porém achei sua resposta fantástica.
Você é um cara espetacular, sempre surpreendente
em tudo que escreve. Parabéns e espero ler muitos
e muitos outros contos seus. Tenha bastante sorte em sua
vida!"
joão
henrique borges bento | Araxá
(MG)
::
"Me
fascinó tu artículo. Eres muy valiente y creo
en la gente que va con la verdad por delante. Sigue así
amigo!"
rafael
nicolás | Santiago (Chile)
::
"Moa,
perfeito!!! Você agiu da melhor forma. Eu que sou,
digamos menos paciente, teria mando esse filho
da *%#@ pro inferno. Continue com o seu trabalho MAGNÍFICO,
que por sinal, tem ajudado muita gente. Um abraço
do eterno leitor..."
fernandes
forte | Fortaleza (CE)
::
"Oi
Moa. Deixe esse fã mal-amado para lá.
Ele não tem um pingo de compaixão. Achei corajoso
o que você escreveu no seu diário, contando
o seu drama. Me identifiquei muito com tudo. Na ocasião,
estava meio mal, com a auto-estima em baixa. Com o carinho
de minha mãe e o apoio dos meus amigos, consegui
melhorar. O que você fez foi demonstrar que é
humano, como todos nós. Aproximou-se ainda mais de
seus leitores. Fiz isso algumas vezes no orkut. Rebeci bons
conselhos e também, várias pedradas. Algumas
machucaram. Os seus contos e os artigos têm me ensinado
muito. Sou muito grato a você. Sou escritor também
e gosto de trocar ideias com outros escritores. Saiba que
os seus textos têm me ajudado a me conhecer mais.
anderson
carvalho | Niterói (RJ)
::
MOA:
O direito
de criticar algo é sempre válido. Mas a partir
do momento em que você "não mostra a cara",
se esconde atrás de nicks cibernéticos
que não revelam quem você é; tem perfil
fake no Orkut e faz uma crítica sem um mínimo
de educação e civilidade, realmente essa pessoa,
para mim, é um lixo humano. No fundo, analisando
com calma o email simpático que o Mr. Acre me enviou,
senti no fundo que o sujeito detém uma puta dose
de inveja e de incapacidade de viver com plenitude aquilo
que se é, em todos os sentidos. Os comentários
do rapagote foram dignos de piedade, vindos de uma mente
perturbada, confusa e infeliz. |
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seguindo o mesmo caminho
"Olá
Moa. Fiquei muito feliz por você ter me linkado ao
seu site. Um dia eu estava procurando escritores gays na
internet até que achei você. Li todas as suas
obras e decidi abrir meu
blog e expor um pouco sobre o que penso da comunidade
homossexual. Hoje estou escrevendo um livro sobre a vida
homossexual na sociedade contemporânea... e posso
afirmar que você foi o empurrão que eu precisava
para colocar minhas ideias no papel. Sempre divulgo seu
site e por sinal foi o primeiro que linkei ao blog. Grande
abraço."
vincenzo
gonzaga | São Paulo (SP)
::
MOA:
Receber
uma mensagem como a sua é o que me dá energia
mais do que suficiente para continuar o meu projeto literário.
Saber que um texto, uma experiência de vida ou uma
história criada por mim foi capaz de estimular você
a criar, a expor o que tem de ser revelado... nossa... isso
me faz abrir o berreiro de tanta felicidade! Muito obrigado
por "me usar" (risos) como inspiração.
E sem a necessidade de jogar confete, te confesso que "babei"
pelo conteúdo do teu excelente blog... e claro que
teus artigos abriram dezenas de portas em minha mente...
e a inspiração fluiu livremente... para criar
novos enredos baseados nas palavras de sabedoria estampadas
no seu espaço virtual. Parabéns! |
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moa... 4.0
"Querido
Moa, embora não tenha mais perfil no Orkut e pouco
acesso a Internet, não tive como não saber
das novas fotos do teu perfil. Na verdade, só não
saberia se estivesse em outro planeta (risos). Tuas fotos
de gorro, suéter azul e nada mais são o assunto
da semana. Recebi vários emails elogiando-as de tal
maneira que não resisti e pedi para vê-las.
E fiz muitíssimo bem em pedi-las (risos)! Valem cada
elogio e muitos outros. Cada dia que passa e a cada novo
romance escrito, estás mais sexy e ciente da tua
sexualidade. Parabéns! Acho teu queixo forte e tua
nuca raspada de uma eroticidade animal. És um delicioso
paradoxo: uma sexualidade selvagem protegendo uma alma sensível
e talentosa. Não tenhas dúvida, Moa, muito
em breve, terás o merecido reconhecimento literário
e... sexual (risos). Abração!"
marco
grecco | Presidente Prudente (SP)
::
MOA:
Estou
numa fase muito bacana da minha vida, Marco. Isso se reflete
em meus textos e em minhas imagens. Tenho consciência
do poder de sedução que meu olhar e talvez
partes do meu corpo invoquem nos leitores e isso me faz
bem. Quebrar a minha própria timidez e me "entregar"
nessas imagens amadorísticas é um exercício
de libertação e ao mesmo tempo de autoconhecimento.
Ainda estou à caça do reconhecimento comercial/editorial
da minha arte escrita (pois no que se refere ao público
consumidor/fãs/admiradores... disso estou muito bem
servido!), e sinto que a hora está chegando. Estou
preparado. Sei que vou alcançar o meu lugar no tempo
e no espaço da boa cultura. |
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vaticano: um país hipócrita
"Por
isso me tornei budista, pelo menos essa religião
nos acolhe e acolhe a todos, indiscriminadamente. E ordenam
monges homossexuais sem nenhum obstáculo. Sabe que
no Zen quando se ordena um monge, existe um acessório
de cor preta que a própria pessoa costura e o abade
o coloca sobre o manto dessa pessoa. Se ela viver com um
companheiro (a) e este (a) também seguir aos ensinamentos
e prática, ela receberá o mesmo acessório
na cor verde. Obrigado pelo artigo."
manoel
francisco | São Paulo (SP)
::
"Excelente
Moa. Na verdade quando se fala de cristianismo eu sou bastante
por fora, porque sou criado no paganismo e isso me fez ter
uma visão bem esclarecedora dos fatos guiados pela
igreja. Acho um absurdo uma religiao que discrimina e aponta
com julgamentos rompendo com a propria doutrina que nao
aceita em seu testamento. Enfim, cada Deus com seus filhos."
luiz
glastony | São Paulo (SP)
::
MOA:
Minha intenção
ao escrever o artigo Vaticano:
um país hipócrita foi justamente "provocar"
no leitor um instante de reflexão em quão
ridículo nós mesmos nos portamos sobre a hipocrisia
que ronda, neste caso específico, o meio religioso.
O que tentei deixar explícito é que muitos
gays dão tanta importância ao que a Igreja
pensa, faz, age, que acabam se anulando ainda mais, se sentindo
"culpados" por ser diferentes, entre outras nóias.
Também deixei explícito que somente a verdade,
a tolerância e a compreensão (faço uso
das palavras do leitor Paulo) são a verdadeira chave
para a libertação total, em qualquer situação
vivida em nossas existências. |
|
 |
bicha burra...
"Moa,
obrigado por ter me enviado seu artigo Bicha
burra nasce homem? não... acorda morta! Gostei
demais de suas palavras. Tantas e tantos acabam se entregando
a uma aventura estúpida que acaba, na maioria das
vezes, em morte. Como você diz: 'É necessário
diálogo'. E, através de um diálogo
honesto, percebemos o que a pessoa quer na verdade. Você
é muito bonito mesmo e seus pêlos são
encantadores (risos), mas isso não quer dizer nada,
você tem razão. Afinal, o que adianta se apaixonar
por uma imagem sem antes conhecer o conteúdo que
a mesma pode lhe proporcionar? Pois é amigão,
a vida é muito boa, mas para que saibamos vivê-la
bem, devemos prestar mais atenção no que nos
rodeia. Você é demais. Obrigado por nos presentear
com seus artigos e livros."
luciano
belém santos | Itabuna (BA)
::
"Olá
Moa! Como sempre seus artigos são sensatos, tratando
a realidade dos fatos relatados de uma forma clara e consequentemente
'alertiva'. Há milhões de Andrety e Paulety
espalhados por aí, em todas as classes sociais. Enfim,
espero que continue sempre alertando essas pobres bichas
burras sobre o perigo que correm e não somente
isso, mas que esse 'povo' aprenda a ter outros hábitos
e crescer culturalmente. Ser feliz não é assim
da forma que a Andrety e Paulety retratam. Ser feliz é
algo além disso tudo. O amor e a felicidade nascem
de um conjunto de medidas, as quais devemos encontrar um
no outro, com equilíbrio e harmonia. Enfim, essa
felicidade que elas procuram simplesmente não
existe. Eu mesmo já tive várias Andretys e
Pauletys bloqueadas em meu PC (risos). Parabéns pelo
seu trabalho. E assim que eu puder estarei colaborando em
forma de doação para que ocorra de fato o
lançamento de um de seus livros impressos, os quais,
claro, eu adoro."
fernandes
forte | Fortaleza (CE)
::
"Até
quando nos esconderemos atrás das nossas 'ingenuidades'
e nos entregaremos aos homens errados? Me pergunto isso
todos os dias. Estas suas palavras de revolta são
vistas diariamente, basta ter um perfil nestes sites de
relacionamento, como manhunt,
disponivel,
etc. Os homens ou bichinhas que se cadastram em
sua maioria, sem menção de generalizar, mas
ja contabilizando mesmo, só querem sexo fácil,
irresponsabilidade e banalidade de uma imagem que aos poucos
tente ser desconstruida para algo melhor. Ontem mesmo aceitei
alguém que conseguiu meu MSN e a primeira pergunta
foi o tamanho do cacete. Pô, tem gente que não
tem a menor noção mesmo. Bom relato. Abração
Moa!"
luiz
glastony | São Paulo (SP)
::
MOA:
Pois é,
amigos, esse foi mais um grito histérico do urso
doido paras as milhares de bichas-antas que existem por
ai. Minha "revolta" foi sincera, pois acho simplesmente
absurdo certas atitudes dos desesperados por um pau alheio.
Sexo sem compromisso é muito bom. Se rolar amor então...
nem se fala. Mas vou insistir eternamente que o alicerce
de tudo é baseado no DIÁLOGO FRANCO E DIRETO
e desafio qualquer um a me provar que um relacionamento
sério possa evoluir de outra maneira. |
|
 |

mensagens para bambees e simpatibambees
"Ri
muito com seus textos da coletânea Mensagens
para gays e simpatizantes. Achei ótimo a sua
forma de tratar assuntos comportamentais a respeito dos
gays nos seus devidos lugares sensatos e humoristicamente
corretos (risos). Abraços e continue escrevendo."
artur
lisboa | Belo Horizonte (MG)
::
MOA:
Agradeço
os comentários elogiosos, Artur. Ser sarcástico,
direto e objetivo ao tratar de assuntos tão importantes
do nosso meio, mas sem nunca perder o bom humor, tem sido
minha arma para despertar a consciência daqueles que
insistem em permanecer no limbo de uma vida "gay"
marginalizada e infeliz. Todos os artigos retratados nesta
coletânea foram experiências reais pelas quais
passei ou de casos que acompanhei de perto ao longo de vinte
e poucos anos. São as minhas verdades. São
palavras de alento e de alerta para que cada um possa realmente
viver em toda sua plenitude o que se escolheu ser na intimidade. |
|
 |

cinema de pegação
"Moa,
excelente o teu No
escurinho do cinema. Espero que todos, independente
de sexualidade, entendam que o HIV não está
escondido nas telas de cinema, mas na vida de cada um de
nós."
luiz
glastony | São Paulo (SP)
::
MOA:
Luiz,
faço das tuas palavras a minha mensagem de alerta.
Afinal, foi exatamente essa a intenção ao
escrever o artigo. Não sou contra nenhum tipo de
manifestação sexual, fetiche, fantasia, desejo
íntimo. Só acredito que, mesmo quando somos
livres e totalmente desimpedidos para treparamos com quem
der na telha, devemos em primeiro lugar ter respeito por
nós mesmos e também pelo nosso parceiro de
momento. Sexo é bom... mas viver é melhor
ainda! |
|
 |

banheirão
"Li
seu artigo sobre Um
amor de banheirão e achei fantástico.
Você sabe o que está escrevendo. Concordo em
tudo com o que escreveu. Aliás, se eu fosse escrever
sobre a minha fase banheirão não
conseguiria expressar tão bem. É incrível
como as pessoas querem se iludir e tentar encontrar
um amor em lugares assim. Também acho que não
existe e se fui a um lugar desses foi para encontrar sexo,
como você disse, de quantidade e não de qualidade.
Bem... é isso. Parabéns pelo texto."
roberson
casarin | Campo Grande (MS)
::
"Gostei
do artigo 'um amor de banheirão'. Realista, sincero
e sempre atual. Quem pode dizer que nunca conheceu alguém
num banheiro badalado? Isto inclui também os banheiros
de boates. Amor? Tesão de momento? Amor, como sabiamente
mostra o artigo, não existiu. Pessoas 'de banheiro'
querem apenas diversão. Sim, o tesão existe
de ambas as partes. A atração louca que se
arrisca no próprio banheiro, num apartamento de hotel
e depois... uma despedida sem graça, promessas de
'te ligo depois'. Ainda há muita gente assim, mesmo
nos tempos da Maldita. Se houver conscientização
de que se pode ter tanta coisa mais promissora que pegação
de banheiro, muitos gays ainda podem ser felizes e fazer
outros também felizes. Abraços."
prof.
carlos francesco | Rio de Janeiro
(RJ)
::
"Olá,
tudo bem contigo? Agradeço-te pelos artigos e contos
que fostes enviado por ti. Todos têm sido muito útil
no meu dia a dia. Apesar que tenho uma vida corrida em meio
a tantos números, sou profissional da área
contábil, mas não sou o TECO (risos), sempre
reservo um tempo para esse tipo de leitura, a qual adoro
e que é gratificante para nós, homossexuais.
Porém já vivenciei uma fase dessas em minha
vida, afinal quem não passou por ela? (Em relação
a vida de Teco). Sua leitura é clara, objetiva e
realista. E não foge aos padrões existentes
em nossa sociedade, afinal o que você escreve, é
a nossa pura e muitas vezes cruel realidade."
fernandes
forte | Fortaleza (CE)
::
MOA:
Vocês
captaram perfeitamente a essência deste meu artigo.
Quis provar pro povo que relacionamentos que começam
errado, sob pressão, em circustâncias falsas,
de escape, estão fadados a não evoluir; não
levam a lugar nenhum. Quando chegamos ao ponto de caçar
um homem em lugares tão pesados quanto banheirões,
como no artigo citado, é praticamente nula a chance
de encontrar um alguém com estrutura emocional nivelada
para dar início a um relacionamento saudável.
Geralmente estamos tão afoitos, tão cegos,
tão desejosos de minutos intensos de prazer, que
não estamos preparados para abrir o bom senso e o
coração e captar algo sincero e positivo da
outra parte. Então, fica aqui mais uma vez o alerta:
valorizar-se em primeiro lugar. Ficar bem para atrair boas
coisas e boas pessoas, para amizade ou, realmente, para
um grande e duradouro amor. Esta é a chave! |
|
 |

o segundo travesseiro
"Prezado
Moa, querido amigo, admirado novelista. Li com emocionado
prazer tua novela natalina: O
segundo travesseiro. O texto é bonito, comovente
e convincente. Os personagens são bem constituídos
e a leitura fluente. Te agradeço o presente que,
apesar de triste, paradoxalmente me alegrou e preencheu
de esperança natalina. Que 2008 seja rico em trabaho
e produção literária e, por que não,
em conquistas amorosas que realmente valham a pena."
fernando
coutinho | Rio de Janeiro (RJ)
::
MOA:
Meu doce
Fernando, muito obrigado pelas tuas lindas palavras de incentivo.
"O Segundo Travesseiro" foi realmente "um
parto" (escrito em apenas um dia - 21 de dezembro)
e me deu muita alegria desenvolver o enredo dessa história.
Alguns leitores quiseram comparar esse meu trabalho com
o romance de grande sucesso "O Terceiro Travesseiro"
(que fique claro: o título do meu conto não
tem nada de oportunismo e sim de homenagem, já que
respeito muito o autor e a história que encantou
milhares de leitores e abriu espaço para a "nossa"
literatura no mercado brasileiro). Espero, em breve, "ampliar"
o texto, transformando-o num verdadeiro romance (tenho muito
mais a explorar em Sven 'Fruta' McBee e Jörn 'Anta
Cabeçuda' Tetzner) e, o mais importante, quem sabe
eu consiga fazer um curta-metragem baseado neste conto em
Ilha Comprida - a minha 'Lovland'? Mais uma vez, caro leitor
e amigo... obrigado por iluminar meu finalzinho de Natal. |
|
 |

666
"Perfeito
seu artigo sobre 666
- besta quadrada. E, se real, parabenizo sua paciência.
Normalmente, nem abro a porta, dispenso os evangelistas
pelo interfone. Isso, quando não me despertam. Pratico
o zen budhismo e acredita que até pela Internet questionaram
minha sexualidade devido à minha fé?!"
manoel
francisco moura | São Paulo
(SP)
::
MOA:
Enquanto
houver "evangelistas" treinados para impor um
ponto de vista, sufocando a opinião alheia e o livre
arbítrio de quem quer que seja, lutarei para - ao
menos em meus textos - minimizar essa idiotice sem lógica.
Dizem que "ataco" sem piedade os evangélicos,
o que não é verdade. Ataco, sim, ignorantes
e fanáticos seja de qualquer linha religiosa, principalmente
aqueles que nos julgam "escória do mundo",
como "aberrações da natureza"...
muita gente ainda vive na Idade Média. É uma
pena. |
|
 |

o diabo veste prata
"Moa,
tô amando ler e reler seus contos. Seu trabalho é
maravilhoso! Já tinha lido muita coisa sua antes,
mas ao estudar com mais apuro os seus textos, principalmente
o Diabo
veste prata, compreendi mais a tua forma de nos chamar
a atenção pra os dilemas e conflitos dessa
vida homossexual que escolhemos para nós. Você
me fez encontrar a poesia nesse universo tão caricato
e pejorativo. Obrigado por me mostrar a verddeira essência
homossexual."
marcos
| Caxias (MA)
::
MOA:
O Diabo
veste prata revela os bastidores de algo que é extremamente
comum no meio neoprotestante: acusar de "diabólico"
aquele que não se encaixa no seio da verdade hipócrita
defendida por esses seres. Basta você não ser
"normal" para que uma infinidade de impropérios
(ditos, obviamente, sempre em "nome de deus")
e difamações são despejadas contra
a sua pessoa, humilhando e prejudicando, muitas vezes de
maneira irreversível, a nossa auto-estima e o nosso
lado psicológico. E o mais revoltante, além
desse tipo de comportamento hediondo, é que muitos
"pastores" e "bispos" são gays
enrustidos que abusam deliberadamente de gays submissos
e indefesos, usando seus corpos, sugando suas almas perdidas.
São "religiosos" hipócritas e doentes
que impõem sua posição "santa"
para abusar daqueles que se encontram fracos e desorientados
(e não somente no lado sexual). |
|
 |

elogio de um professor
"Entrei
quase sem querer no enredo do livro Meubranco.
Me vi reportado no meu dia a dia de professor que tem a
educação de seu pupilos como principal objetivo.
Professor é o pai, o amigo, o exemplo. Sua vida pessoal
se esconde no mistério dos lares. Professor deve
resguardar-se de comentários maldosos. Vivemos isso,
somos assim, metódicos, educados. Basta tocar o sinal
da saída e tudo toma um especial colorido. Despimos
o mestre e viramos o que nos dá prazer. Moa, você
captou a essência do professor que vive esta vida
dupla e que quer apenas ser feliz. A completa dominação
de seu amado é o reflexo do condicionamento do professor
que tem as rédeas da classe e pensa ter de sua própria
vida. Tudo tem uma conotação forte no teu
livro e confesso que ainda tenho sentimentos contraditórios
sobre o sexo dos amantes. Me deixei levar. Mérito
teu, meu conhecedor da alma humana. Você não
nos faz sofrer e sim descortina um novo modo de ver as coisas.
Eu tinha certeza de que teria algo diferente e surpreendente
neste novo trabalho. Quanto ao dueto branco-negro foi superado
pelo amor e pela explosão íntegra do sexo.
Não há o que dizer. Parabéns!"
prof.
carlos francesco | Rio de Janeiro
(RJ)
::
MOA:
Professor,
tua mensagem captou o âmago da minha criação.
Tentei expor em poucas palavras, através deste conto,
não somente o lado sexual dos personagens, mas principalmente
a verdade de Thomaz, um professor exemplar que sabe separar
plenamente suas atividades profissionais e seu respeito
pelos alunos de sua vida privada e de sua maneira de se
relacionar com Meubranco. Para Thomaz, o fato dele "sustentar"
o seu amado, tomando as rédeas do "marido ideal",
deixando que Meubranco tome conta da casa e dos afazeres
domésticos é algo tão comum na vida
de tantos casais gays! Os protagonistas encaram isso com
tremenda naturalidade. Meubranco gosta de ser uma "amélia";
gosta de satisfazer plenamente o seu "negro".
Thomaz simplesmente encontrou em Meubranco o parceiro ideal,
onde todas as afinidades são compatíveis,
harmônicas e equilibradas. Enfim, eles têm o
jeito deles de ser feliz. Na cama e fora dela. E isso é
o que importa. |
|
 |

meubranco
"Quando
me disseram que havia um site de contos gays de qualidade
e que, ainda por cima, se auto-intitulava o 'melhor do Brasil',
achei muita pretensão por parte do autor. E de repente,
achei uma matéria
sobre o ´moasterio´ no MixBrasil. Comparar
os seus contos a 'Sabrina' achei um pouco demais (risos).
Mas a crítica acertou em cheio dizendo que teus contos
têm qualidade e são muito bem escritos. É
uma pena que eles aparentemente não leram '30 dias'
ou avaliaram teus fantásticos artigos! De volta ao
teu site, esquadrinhei cada página, cada artigo,
cada conto. Fiquei louco ao ler Meubranco.
Você praticamente contou a história da minha
vida! Sua segurança em expor esse tipo de relacionamento
inter-racial e a maneira como você destrincha a relação
sexual dos personagens é algo de uma ousadia, uma
mente privilegiada! Eu nunca li nada tão bem feito
em nossa 'literatura gay nacional'. Daqui vai o meu parabéns
com muito entusiasmo. Espero que você consiga o apoio
necessário para expor os teus contos não somente
em 'bancas de jornal', mas em todas as livrarias do universo!
Você tem qualidade suficiente para ser um grande sucesso.
Cadê as editoras que não te dão uma
chance?"
raul
delvecchio | Americana (SP)
::
MOA:
Raul,
sobre a crítica do MixBrasil, concordo com o editor
ao afirmar que alguns contos têm o clichê do
"em busca do príncipe encantado". Tenho
absoluta certeza que o que diferencia os meus contos dos
milhares de textos que são publicados em sites gays
é justamente a qualidade das histórias e a
"ousadia" em expor alguns temas ainda hoje considerados
tabus dentro do nosso próprio meio. Acredito que
meus contos têm real qualidade para serem "consumidos"
por qualquer tipo de leitor, tanto aquele que curte histórias
eróticas picantes, quanto o que busca histórias
de amor consumado, entre homens. Tenho orgulho de contos
como "Meubranco". Exponho aquilo que realmente
acontece no relacionamento de muitos casais, gays ou não.
É uma realidade que deve ser divulgada, discutida,
avaliada. Sobre as editoras, como todo autor iniciante,
tenho me esforçado em mostrar o meu trabalho às
empresas do ramo editorial. Muitas têm em seus arquivos
meu material para ser avaliado. Sou mais um entre inúmeros
autores de sucesso em potencial. Aguardo a minha oportunidade
com serenidade, pois sei que meu "produto" é
bom, tem qualidade e está maduro o suficiente para
"ganhar o mundo", seja na mídia impressa,
ou no teatro, em filmes ou até na televisão.
Faço a minha parte. Sei que produzo algo muito bem
feito. Tenho milhares de leitores fiéis e sou muito
grato a todo o apoio que recebo diariamente, através
de emails e mensagens em meu orkut. Tento evoluir a cada
conto, a cada artigo postado aqui em meu site. Tento me
preparar para algo grandioso, pois, acredite, eu sei o meu
valor... em todos os sentidos. |
|
 |

transando com jesus
"O
conto Transando
com Jesus tem referências bem realísticas.
A descrição dos fatos ocorridos nessa história
são bem relatadas com pitadas de erotismo sem apelação,
que nos levam ao local da Santa Ceia Carnal. Parabéns
Moa!"
joão
carlos | Rio de Janeiro (RJ)
::
MOA:
Muitos
leitores acham que sou agressivo quando exponho em meus
artigos tópicos referentes à religiosidade.
Na verdade, o que busco com minhas "provocações"
como no conto acima é justamente chamar a atenção
daquilo que está diante de nossos olhos e poucos
têm a coragem de revelar "na lata"! Eu não
suporto guardar para mim o fato de homens que deveriam honrar
e respeitar suas ideologias religiosas - principalmente
àqueles que se julgam "escolhidos por deus"
-, que vociferam aos quatro cantos que são puros,
mas escondem suas fraquezas entre quatro paredes sujas de
um motel barato, pagando os serviços de jovens de
corpos perfeitos que conseguem satisfazê-los em todas
as suas fantasias. Eu não aceito que padres, monges,
pais-de-santo e outros tantos levem para a cama adolescentes
ingênuos, mulheres indefesas, alunos medíocres
loucos para "ganhar nota" fácil, e outras
barbaridades que todo mundo sabe, todo mundo vê, todo
mundo acoberta e ninguém toma providências.
Eu não admito hipocrisia. Sendo assim, o que eu puder
revelar e expor, através dos meus artigos e contos,
eu o farei. Tudo o que escrevo em meus artigos, vivi plenamente
ou acompanhei muito perto caso a caso; pesquisando, investigando,
indo a fundo para sempre mostrar ao meu leitor a realidade
dos fatos. |
|
 |

morte ao bambee
"Parabéns
pelo artigo Temporada
de caça ao bambi e também pelo seu site
maravilhoso. Precisamos de mais sites e blogs e muitas outras
coisas voltadas para o público gay que não
tenham como página principal um homem nu. Na minha
opinião, penso que somos presas fáceis por
causa da carência, mas também muitas vezes
por causa da procura do sexo e da cabeça perfeita
(não a de cima, mas a sim a de baixo) e por isso
viramos presa fácil de nós mesmos de uma carência
que nós criamos. Mais uma vez parabéns pelo
artigo, que deveria ter uma cópia colada em cada
bar, boate sauna, cinemas ou em destaque em todos os sites
gays."
renato
ribeiro | São Paulo (SP)
::
MOA:
Escrevi
este artigo simplesmente porque cansei de acompanhar casos
de gays que são atacados, feridos, estuprados e até
mortos por uma simples questão de "fogo no rabo".
Parece uma afirmativa pejorativa, mas não é.
Pois quantas vezes você ou eu nos entregamos a homens
estranhos por causa da nossa eterna carência ou busca
pelo pinto encantado? Nos metemos em cada enrascada por
causa da ilusão de uma trepada perfeita e em 200%
das vezes, é culpa nossa as merd... que deixamos
acontecer nos momentos de risco. Daí, quando a lindinha
é atacada - na maioria esmagadora das vezes -, após
ter aberto sua vida inteira e ostentado todos os seus bens
em sites de relacionamento, tenta buscar apoio em grupos
de defesa das minorias, que logo tratam de se armar, dizendo
que as autoridades têm que tomar partido de nós
(!!), que o mundo é homofóbico e o escambau!
Enquanto não dermos o primeiro passo íntimo
e sincero para mudar o nosso comportamento de risco, muito
sangue, desilusão e tristeza ainda vão rolar
nas quebradas da vida. |
|
 |

meu filho, meu amante
"Em
Meu
filho, meu amante, você destrói o preconceito
com uma melancólica história de amor. Um amor
duplo, tanto de para para filho, quanto de um homem que
decide amar outro homem... nesse caso, com laços
profundos de sangue. Um texto polêmico, com certeza,
mas que nos faz refletir sobre todas as variantes do Amor."
maurício
velloso | São Roque (SP)
::
MOA:
Uma característica
marcante em todos os meus textos é a quebra da hipocrisia
em nosso meio. Casos como o do pai que transa com o filho
e vice-versa são comuns, existem, são uma
realidade. Em muitas relações desse tipo,
mesmo sendo incompreensíveis para a grande maioria
das pessoas, há realmente amor, carinho e compreensão,
onde o sexo é um verdadeiro complemento do relacionamento.
Mas é claro que também há casos escabrosos
de estupros e humilhações e pedofilia, etc.
Isso caracteriza-se por doenças psicológicas
e outros fatores que devem ser avaliados por uma bancada
de profissionais competentes. Neste conto, especificamente,
minha intenção foi conduzir o leitor à
reflexão e deixar para que ele decida se esse tipo
de relacionamento pode ou não ser aceito, ser possível,
ser real. |
|
 |

meu pai, meu homem
"Acabei
de ler Meu
pai, meu homem e ainda estou com a respiração
acelerada. Embora queira, não sei o que dizer. Em
geral, os escritores, por mais erotismo que queiram passar,
se embrenham por uma vereda de romantismo, por pequena que
ela seja. É a isso que chamamos pudor literário.
Eu mesmo, que não me considero um romântico,
tenho vontade de mostrar ao leitor o cerne de um intercurso
sexual, ou seja, uma foda entre dois homens, entre dois
machos para ser mais verdadeiro, mas quando percebo já
entrei por aquela vereda e, às vezes, até
me perco nela. Você não, é absoluto
no erotismo, vai no cerne da coisa, não se permitindo
esconder qualquer verdade... e se a gente for realmente
honesta tem que reconhecer que fodas entre dois machos são
assim mesmo com toques de violência, como uma luta
de vida ou morte, em que o mais ardente pelo elemento “macho”
se põe como vencido, mas ganhando a batalha, dando
as ordens; é um vencido nimbado de luz, como nas
tragédias gregas. Você falou que seus contos
são apenas fruto de sua imaginação,
não fazem parte de sua biografia, mas a filosofia
da literatura teoriza que todo escritor, como todo artista,
passa muito de si no que escreve, principalmente sua libido.
Se é assim, posso imaginar no que há de você
nessas fantásticas trepadas, nessa maneira vigorosa
como seus personagens praticam a felação e
se fazem penetrar, tomando as rédeas, a direção
da transa. Você é um mestre do erotismo. É
de arrepiar! Revela no leitor a ferocidade que ele está
sempre tentando esconder, como se isso fosse animalesco
e não a revelação maior de sua complexa
espiritualidade: os animais simplesmente trepam, rapidinho,
a tempo apenas de extrair seu sêmen, guiados por uma
força da natureza; todo o resto que o homem faz é
manifestação de seu espírito. Amém."
júlio
de castro paixão - escritor
| Viçosa (MG)
::
MOA:
É
divertido receber mensagens de muitos leitores que me perguntam
se tudo o que escrevo é baseado em experiências
próprias. É claro que concordo contigo que
quando escrevemos depositamos nas histórias muito
de nós mesmos, de nossos anseios, de nossas frustrações
e desejos mais íntimos. Acredito que todo o erotismo
"na lata" que tento transmitir em meus textos
tem sim, muito a ver com todo o "fogo" que carrego
dentro de mim. Sim, posso afirmar sem falsa modéstia
que sou um mestre na arte do sexo bem feito e valorizo o
"fazer amor" de uma forma quase divina. Quando
a química entre parceiros sexuais é perfeita,
então tudo flui de maneira harmoniosa no sexo, independente
do ato ser feito de forma carinhosa ou selvagem (adoro ambos).
Enfim, sou emotivamente aquilo que escrevo, sem medos, receios,
hipocrisias e demais bobiças que atrasam uma boa
vivência daquilo que é belo, que é sagrado. |
|
 |

hans
"O
conto Uma
carta para Hans é excelente, Moa. Escrito com
acuidade, bem narrado, sensual e bonito. Pena que você
o rotule de conto gay, feito por um escritor gay. Que eu
saiba, não há literatura feminina, masculina
ou de terceiro gênero. Eu até compreendo a
necessidade de afirmação em sociedade tão
homofóbica como a nossa, mas já pensou conto
macho, hetero, feminino? E escritor idem? Literatura não
tem ou não deveria ter sexo – pelo menos como
a compreendo –, embora possa tratar da sexualidade
de forma tão sensível e corajosa como você
o faz. Em essência, ela é boa ou ruim, bem
ou mal escrita. E a sua é ótima, embora em
raros momentos aproxime-se da perigosa fronteira do pieguismo
– natural em temas como este –, mas logo ultrapassa-a
de maneira brilhante, recompondo-se harmonicamente com a
história, revelando outra qualidade sua: o domínio
da técnica da boa escrita. Muito bom conto, mesmo.
Parabéns e gostaria de ler outros. Um abraço."
nivaldo
lemos - escritor | Rio de Janeiro (RJ)
::
MOA:
Hans foi
o primeiro conto que eu escrevi e tenho um carinho enorme
por esse texto. Foi um grande desafio misturar ficção
com realidade. Uma autoterapia forçada. Quanto ao
fato de eu "rotular" minha literatura, na verdade
minha intenção é somente a de diferenciar
aquilo que eu escrevo dentro do próprio universo
"gay". Muitos leitores, ao conhecerem meu site,
acham que vão encontrar aqui textos burlescos, fantasiosos
e repletos de pornografia barata como a grande maioria dos
"contos" que são publicados em outros sites
do gênero. O que tento mostrar para as pessoas - sejam
homos ou não - é que "nossa vida"
geralmente é tão "normal" como qualquer
outra. Sofremos, amamos, temos nossas fantasias, sonhamos
e alimentamos a esperança de sermos aceitos e compreendidos
perante quem cruze o nosso caminho. Muitos dizem que eu
sou uma pessoa "corajosa", por expor de maneira
crua e direta aquilo que faz parte do meu ser... que, no
Brasil, são poucos os artistas - gays ou não
- que produzem mídia ou um produto "gay"
de qualidade para atingir todos os segmentos da sociedade...
eu procuro ser diferente e dar o melhor de mim naquilo que
acredito ser bom. A minha arte de consumo popular aflora
através da literatura... e a cada dia que passa só
aumenta a minha felicidade e satisfação pessoal
ao saber que meus textos proporcionam às pessoas
momentos de reflexão, de emoção e de
afinidades vibratórias positivas que são capazes
de mudar o rumo de uma vida. |
|
 |

garoto de programa
"Sipriano,
sou heterossexual e é a primeira vez que tenho a
oportunidade de ler um conto gay. Seu site foi indicação
de um amigo. O que posso dizer? Tua sensibilidade, coragem
e visão deste universo tão cercado por preconceitos
me deixou pasma! Eu nunca imaginei como seria "o início"
da vida de quem decide seguir essa profissão. Muito
obrigada por compartilhar o seu trabalho. Baixei os outros
livros e tenho absoluta certeza de que realmente vou aprender
muito sobre o meio gay (sou uma simpatizante!) e, como sugere
o slogan do teu site, você é simplesmente...
surpreendente!"
juliana
bressan | Caxias do Sul (RS)
::
MOA:
Juliana,
uma das coisas mais surpreendentes no contato com meus leitores
é que uma boa parcela é formada por heterossexuais
que curtem e aprendem muito com os temas que exploro em
meus artigos e contos. Isso prova que esse tipo de conteúdo,
quando feito com honestidade, sensibilidade e respeito,
acaba ajudando a derrubar inúmeros mitos, preconceitos,
tabus e neuras daqueles que, por puro desconhecimento, muitas
vezes não sabem como conviver com uma pessoa "diferente"
do seu meio. Obrigado pelo carinho e pelo incentivo. Espero
que você possa acompanhar sempre a evolução
do meu trabalho. Mantenha contato!
Obs:
atendendo ao pedido da leitora, desativei o
link para o seu email pessoal. |
|
 |

30 dias
"Olá
Moa. Eu admiro muito o seu trabalho como escritor. Seu tipo
de literatura é uma alternativa muito mais agradável
de leitura do que os contos eróticos que encontramos
em outros sites. Infelizmente há uma carência
muito grande de histórias inteligentes, equilibradas,
e principalmente, românticas. A primeira vez que tive
contato com os seus textos foi através do portal
glx e simplesmente me apaixonei pelo seu estilo, onde
você soube dosar tudo o que presisa para criar uma
história perfeita. Gosto muito de histórias
românticas, e as suas acertam em cheio. Outro ponto
que eu admiro são os textos polêmicos, que
retratam a realidade desse 'mundo', a hipocrisia, e a insensibilidade
para com o próximo. Sou um grande fã de seus
textos e espero que você tenha muito sucesso na sua
carreira de escritor."
ruan
rufino | São Paulo (SP)
::
"Olá
Moa Sipriano, achei maravilhosos seus textos, em especial
Uma
carta para Hans e 30
dias. Incrível sua sensibilidade em retratar
temas tão polêmicos de forma tão natural."
adolpho
apple | Socorro (SP)
::
"Parabéns
pelo site. Visitei-o e achei inteligente e bonito."
luiz
mott | Salvador (BA)
::
"Deus
realmente te presenteou: você é especial! Tudo
que li até agora me deixou fascinado. Vou continuar
lendo tudo, pois seus livros são contagiantes e de
uma literatura riquíssima, um grande abraço."
paulo
sérgio de souza | Ribeirão
Preto (SP)
::
"Estou
gostando muito do seu trabalho... sua obra literária
é muito interessante e desperta curiosidades... são
textos muito bem escritos e de uma originalidade sem precedentes.
Você explora o mundo gay com equilíbrio, quebrando
tabus e distribuindo palavras picantes sem cair em lugar
comum. Você me deixou impressionado com seu estilo,
ora suave, ora forte, mas com elevado bom gosto e fácil
discernimento. Seus textos são quentes e ao mesmo
tempo sutis e não comprometem ninguém."
joão
carlos mello | São Gonçalo
(RJ)
::
"Você
foi direto à minha alma. Empreitada que tem sido
difícil por outros artesãos de palavras, porém
com sua maestria me misturei nas suas entrelinhas. Te ler
é um coito de letras."
zé
eduardo | Campo Grande (MS)
::
"Li
alguns de seus textos. São SENSACIONAIS! este é
o adjetivo exato. Você escreve muito bem, são
produções coerentes, realistas, verossímeis,
e, sobretudo, ERÓTICAS. Não vi nada de pornográfico
em sua escrita. Vi um erotismo saudável, no qual
percebe-se a possibilidade do amor entre homens que querem
apenas a felicidade. São textos que devem ser lidos
por todas as pessoas, independentemente de sua orientação
sexual. Basta apenas ter a mente e o coração
abertos e ser desprovidas de quaisquer preconceitos. Li
alguns trechos do livro 30
dias e vi que VOCÊ É ESPETACULAR para explorar
as características do universo gay de modo natural,
sem querer ser controverso. PARABÉNS!"
prof.
arthur | Assis (SP)
::
"Olá
Moa, as pessoas podem tirar tudo de nós, menos nossa
capacidade de criação. O talento nos pertence
por direito, ninguém podera roubá-lo. Fico
feliz de ter amigo tâo criativo e talentoso!"
mário
pariz | Jundiaí (SP)
::
"Li
30 dias.
Adorei. Além de ser um ótimo escritor, você
é uma pessoa maravilhosa. Já li muitos livros
onde abordam mesmo tema, mas nenhum chamou tanto a minha
atenção: seus textos são tão
verossímeis que parece que nos remete ao passado
onde aconteceram passagens tão semelhantes quanto
ao que você narrou em seu livro. Parabéns pelo
seu talento e pela oportunidade que você nos dá
de poder apreciar tão bela literatura."
romildo
garcia | Diadema (SP)
::
"Querido,
menino. Já havia lido alguns livros do gênero,
mas que passaram sem deixar muitas marcas. Quando li o seu
excelente 30
dias fiquei em transe, pois, sem falsos pudores, você
descreveu histórias, fantasias que tivemos ou ainda
temos nesta nossa vida a procura de um amor sincero, cúmplice
e verdadeiro. Sou professor de português e literaturas
e teus artigos e contos têm a contemporaneidade dos
grandes escritores."
carlos
francesco | Rio de Janeiro (RJ)
::
MOA:
Quando
recebo mensagens como essas, é como se uma bomba
carregada de emoção explodisse dentro de mim.
Fico eufórico, com desejo maior de dar o máximo
no próximo artigo, no próximo conto. É
por pessoas como vocês que escrevo. É por isso
que tudo vale a pena. Obrigado - de coração
- pelo carinho! |
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+ + + elogios
"Quero
parabenizá-lo pelos contos Jon
e Treze
homens e um destino. Gostei muito do jeito não
pornográfico dos contos, a leitura pode ser compreendida
sem dificuldades e o melhor, sem aqueles palavrões
chulos e idiotas."
ary
azabar | Uberlândia (MG)
::
MOA:
Obrigado
pela mensagem carinhosa. Quando a história pede situações
eróticas, meu estilo tenta não se utilizar
de baixarias. Acredito que esse tipo de manifestação
anda um tanto saturado. Procuro usar da poesia. E ser direto
sempre, quando preciso ser mais enfático e objetivo,
como é o caso da mensagem que tento passar em "Filipe".
Estou feliz com a receptividade dos textos. Estou atingindo
meu objetivo, que é levar a literatura gay de uma
maneira diferenciada aos leitores. |
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+ + elogios
"Tenho
lido as mensagens de seu site, aliás, maravilhosas.
Você trata do tema 'homossexualismo' com muita elegância
e naturalidade, bem diferente dos movimentos que
talvez por inocência, impõem de uma maneira
meio agressiva, enquanto que você dá um tratamento
bem natural. Parabéns. Como você mencionou
em uns dos artigos, temos na história da humanidade
grandes personalidades que foram homossexuais e mesmo hoje,
temos grandes empresários que movem fortunas fabulosas
nos mercados da moda, indústria, arquitetura, informática,
etc!"
lira
vargas - escritora | Niterói
(RJ)
::
MOA:
Meu objetivo
sempre foi expor o tema da homossexualidade sobre um novo
prisma; sem baixarias, sem apelos, sem pornografia barata.
Acredito que tudo se resume à uma abordagem direta
e sem rodeios. Não tenho medos ou receios e tabus
em expor aquilo que penso, vivo e sinto. Sou livre. Acredito
ser útil, em meus artigos e contos, no esclarecimento
de uma vivência plena da sexualidade. |
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+ elogios
"O
conteúdo deste site é básico, necessário
e absoluto! O visual é 10 e a navegação
maravilhosa! Se todos os sites fossem assim, não
perderíamos tanto tempo na Internet com tanta bobagem
e conteúdos vazios. Parabéns, Moa!"
robson
arcanjo | Niterói (RJ)
::
MOA:
Completando
o comentário acima, este espaço está
sendo moldado dia a dia para se transformar num excelente
site de literatura gay. Há uma preocupação
constante com o seu conteúdo! |
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13 = 1
"O
Treze
homens e um destino é de deixar o cabelo em
pé... fantástico, excitante, nojento e desesperador...
sinceramente, nem sei se curti ou não."
marquinho
dalal | Valadares (MG)
::
MOA:
Este conto
é um alerta: um "se toca que a vida vale
a pena ser vivida". Dei uma nova chance ao Filipe
- logo ele estará em um novo conto, justamente vivendo
a plenitude do sexo saudável com seu novo amor. Além
disso, o "Filipe" que deu origem à história
hoje é voluntário de uma ONG que trata de
pessoas com o HIV, auxiliando-as em todos os estágios
delicados de suas vidas! |
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e em brasília...
"Emocionado,
folheei o seu site, observei-lhe a qualidade, a
estética, a disposição e, acima de
tudo, a seriedade. Li uma das histórias - John
& Jon - retrato de vida, não? E convenci-me
a palmilhá-lo com calma, degustando-o com o carinho
e a atenção que o seu trabalho merece. Parabéns!
Você conquistou um leitor interessado e assíduo.
Perdoe-me manter minha identidade secreta. Sucesso!"
L.
- deputado estadual | Brasília
(DF)
::
MOA:
Meu caro
leitor, foi com muita alegria que recebi sua mensagem. Ela
chegou em boa hora, inspirando-me num momento em que eu
me sentia fragilizado, sem disposição para
criar. Como é gratificante saber que minha simples
literatura proporciona alegrias e prazeres à pessoas
especiais como o senhor. Agradeço o carinho. Prometo
dar sempre o melhor de mim!
Obs:
atendendo o pedido do leitor, desativei o link
para o seu email pessoal |
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elogio
"Gostei
muito da concepção visual de seu site, de
fácil visualização e com um conteúdo
bem abrangente, onde podemos passar horas lendo sem cair
no marasmo. Parabéns pela qualidade empregada."
telmo
carrilho | Fortaleza (CE)
::
MOA:
É
uma preocupação constante deixar o site o
mais prático e simples possível. Sei o quanto
é cansativo ler textos longos na tela (PDF), daí
a possibilidade da impressão do texto em DOC. Tento
postar artigos dinâmicos e objetivos. Cada semana
procuro acrescentar novidades no site. Muita coisa legal
acontecerá no momento certo. Valeu pela força! |
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